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Capacitação em Energia Eólica está com inscrições abertas

Após o sucesso da primeira turma, curso inicia inscrições para 2016. Disciplinas vão abordar as tecnologias para geração de energia eólica, licenciamento e gestão ambiental, construção, operação e manutenção de parque, dentre outras.

O Rio Grande do Norte protagonizou mais um salto no cenário da energia eólica.  O Estado ultrapassou em setembro a marca dos 3GW de potência eólica instalada. Este feito histórico reflete positivamente na geração de emprego e de novas oportunidades para capacitação profissional.

Repetindo o sucesso alcançado na primeira turma de 2015, o Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE), em parceria com a Universidade Potiguar (UnP), abre inscrições até sexta-feira, 6/10​, para a turma de 2016 do c​urso de Capacitação em Gestão da Energia Eólica. As aulas terão início no sábado, dia 07/10,  na UnP da avenida Engenheiro Roberto Freire. O curso conta com o apoio institucional do Sindicato das Empresas do Setor Energético do Rio Grande do Norte (SEERN).

O conteúdo das disciplinas compreenderá as tecnologias para geração de energia eólica, licenciamento e gestão ambiental, construção, operação e manutenção de parques, além de temas voltados à administração dos empreendimentos, estudos de viabilidade econômica, obtenção de financiamentos, aspectos jurídicos e tributação relativa à atividade. Ao final do curso, será realizada uma visita técnica onde os alunos poderão conhecer de perto a estrutura e operação de um parque eólico.

As aulas serão ministradas por diretores setoriais do CERNE nas áreas de tecnologia, infraestrutura e meio ambiente e por profissionais de empresas parceiras com vasta experiência no mercado eólico.

Com carga horária de 64 horas dividida em oito módulos, a capacitação é destinada a quem já atua ou deseja ingressar profissionalmente no mercado de energia eólica.  Podem se inscrever alunos de graduação e profissionais interessados no setor.

As inscrições podem ser feitas pelo endereço da plataforma e-Labora: https://sistemas.unp.br/hub/unp/sicoe/site/elabora. A ementa com as informações completas do curso está disponível pelo link: www.cerne.org.br/cursos. Outras informações podem ser obtidas diretamente no e-Labora, pelo telefone (84) 4009-1440 ou ​pelo email cursos@cerne.org.br.

Fonte: SEERN Press

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Aneel libera início dos testes na EOL Ventos do Santo Dimas

A Agência Nacional de Energia Elétrica liberou o início da operação em teste na EOL Ventos de Santo Dimas, localizada no município de São Miguel do Gostoso, no Estado do Rio Grande do Norte, a partir do dia 23 de setembro. O benefício foi para UG9 a UG14, de 2,1 MW cada, totalizando 12,6 MW de capacidade instalada. A EOL Testa Branca I também obteve a liberação para as unidades 4 a 6, de 2,2 MW cada, totalizando 6,6 MW.

A Aneel também liberou o início da operação comercial na EOL Testa Branca I, localizada no município de Ilha Grande, no Piauí. As unidades liberadas foram as de número 7 a 10, de 2,2 MW cada, totalizando 8,8 MW de capacidade instalada.

Fonte: Agência CanalEnergia

 

Foto: www.grupovision.com.br

Leilão de energia contrata 30 hidrelétricas

O 1º Leilão de Energia de Reserva (LER) de 2016, realizado nesta última sexta-feira (23), resultou na contratação de 30 projetos de geração a partir de fonte hidrelétrica, com capacidade instalada total de 180,3 megawatts (MW) de potência.

O certame foi realizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), na sede da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), em São Paulo.

Foram contratadas 19 Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH), com 164,4 MW de potência, e 11 Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGH), que somam mais 15,9 MW de potência. Esta foi a primeira participação de CGHs em leilões regulados.

A energia contratada irá compor reserva de capacidade de geração e o prazo dos contratos será de 30 anos, com início de suprimento a partir de 1º de março de 2020. O preço médio da energia contratada no leilão foi de R$ 227,02/MWh, o que representa uma economia média de 8,46%.

As usinas serão instaladas nos estados de Ceará (1), Goiás (1), Mato Grosso (3), Mato Grosso do Sul (1), Minas Gerais (3), Paraná (3), Rio de Janeiro (1), Rio Grande do Norte (1), Rio Grande do Sul (1), Rondônia (1), Santa Catarina (9), São Paulo (1) e Tocantins (4) e os investimentos previstos são da ordem de R$ 1,07 bilhões. As informações são do Portal Brasil.

Fonte: Portal Brasil

Foto: www.canalbioenergia.com.br

Brasil registra recorde de geração eólica diária

O Brasil  atingiu mais um recorde de geração eólica no Sistema Interligado Nacional. Na última terça-feira (13/09), o país registrou o valor máximo diário de geração eólica, correspondente a 5.804 MWmédios, decorrente, dentre outros motivos, da expansão da capacidade instalada de geração eólica no Brasil. Em agosto deste ano essa capacidade atingiu 9.327 MW, representando um acréscimo de 2.790 MW na comparação com mesmo mês de 2015.

De acordo com o Informativo Preliminar Diário da Operação do Operador Nacional do Sistema (ONS), em 13/09 a quantidade gerada pelos ventos foi 606 MWmédios superior na comparação ao primeiro maior recorde do segundo semestre de 2016, quando foi gerado 5.203 MWmédios, no dia 25 de julho.

Com a expansão da geração elétrica no Brasil, a previsão para os próximos anos, segundo o Plano de Decenal de Expansão de Energia – PDE 2024, é que a capacidade instalada eólica no País alcance 24 mil MW até 2024.

Eólicas na COP 21

As fontes eólicas serão fundamentais para que o Brasil possa cumprir as metas de geração de energia renovável assumidas na COP 21. No final de 2015, o país se comprometeu a expandir o uso doméstico de energia gerada por fontes renováveis, além da energia hídrica, para ao menos 23% da matriz elétrica, até 2030. Nesse contexto a geração a partir de fontes eólicas tem papel de destaque, principalmente pelos avanços verificados nos últimos anos e por ocupar o segundo menor preço de energia da matriz energética nacional e gerar cerca de 30 mil empregos por ano, em toda a cadeia de valor.

Fonte: Ministério de Minas e Energia

Foto: CERNE/Divulgação

Capacitação em Gestão Ambiental para o Setor Elétrico inicia atividades

O Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE) iniciou no sábado, 17 de setembro, a primeira aula do Curso de Capacitação em Gestão Ambiental para o Setor Elétrico. A iniciativa é fruto de uma parceria entre o CERNE e a Universidade Potiguar (UnP) e tem o apoio do Sindicato das Empresas do Setor Energético do RN (SEERN).

Durante a aula, ministrada pelo Diretor de Meio Ambiente e Sustentabilidade do CERNE, Hugo Fonseca, foi aplicado o primeiro módulo que abordou o sistema elétrico brasileiro e o mapeamento organizacional das instituições do setor. O segundo módulo do curso tratou a respeito dos tipos de licenciamento, as políticas e planos que envolvem a gestão ambiental no Brasil.

Os alunos também tiveram a oportunidade de participar de uma dinâmica pedagógica com o objetivo de compreender os processos do sistema de licenciamento ambiental.

Ao final do curso, previsto para o dia 01 de outubro, será realizada uma visita técnica onde os alunos poderão conhecer de perto o monitoramento e controle ambiental realizado ​durante a operação de um parque eólico.

Fonte: SEERN Press

Foto: fullenergy.grupomidia.com

ANP prepara mudança nas tarifas de transporte de gás

Com o fim do monopólio de fato da Petrobras na operação dos gasodutos do país, em meio aos desinvestimentos da estatal na área, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) prepara mudanças na regulação do setor. Menos de uma semana após a petroleira confirmar a venda da Nova Transportadora do Sudeste (NTS) para a Brookfield, o órgão regulador abriu ontem uma consulta pública para discutir uma nova forma de calcular as tarifas de transporte do gás.

A intenção da agência é que, a partir de 2018, os novos contratos de compra e venda de gás já reflitam a nova metodologia. Com o aumento da complexidade da malha de gasodutos, diante da entrada de novos agentes, a ANP optou por um novo modelo de tarifas, muito adotado na Europa: o conceito de “entrada-saída”.

Esse método consiste numa espécie de pagamento pelo direito de injeção e retirada do gás da rede de gasodutos. A cobrança considera não o percurso físico do gás ao logo dos quilômetros e quilômetros de extensão da malha, mas sim a tarifação da entrada e saída do gás numa determinada zona geográfica – já que alguns pontos de entrada e saída geograficamente próximos justificam uma tarifa única para uma dada região (cluster, no jargão do mercado).

Em outras palavras, o gás injetado e retirado em uma mesma área geográfica terá uma determinada tarifa. Quando a injeção for feita em uma área geográfica e a retirada em outra, haverá diferença nas tarifas. Nesse modelo, não há uma vinculação estrita entre as tarifas cobradas e o percurso físico da molécula do gás, mas, segundo a ANP, aproxima as tarifas dos custos associados ao transporte.

A tarifação por entrada-saída é um dos pilares do Gás para Crescer – conjunto de ajustes no marco regulatório da indústria de gás natural em discussão pelo governo com o objetivo de ajustar o marco regulatório do setor à abertura do mercado.

Hoje, a Petrobras adota um conceito de tarifa postal. Por esta metodologia, o valor da parcela de transporte adotada pela estatal é único para todos os seus clientes, independentemente do uso da rede de transporte ou da distância entre as fontes de suprimento e os pontos de entrega.

Esse método, segundo a ANP, não permite a correta sinalização de preços para a tomada de decisão de investimentos e está em desacordo com a regulamentação da agência – que prevê que as tarifas reflitam sinais locacionais, ou seja, de distância do percurso físico do gás na malha.

“Estamos num momento de transição, de preparação para um mercado mais aberto. Esse modelo [entrada-saída] ajuda a dar um sinal econômico importante para os agentes”, explica o sócio-diretor da Gas Energy, Marco Tavares.
Ontem, a ANP abriu também uma consulta para avaliar o interesse de investidores na atividade de estocagem subterrânea de gás natural. O objetivo é criar rodadas de licitação para concessão de campos maduros com potencial para armazenar gás. Ao todo, estão sendo oferecidos nove reservatórios com capacidade para armazenamento. Tratam-se de áreas, devolvidas ou em processo de devolução à União, localizadas nas bacias terrestres de Alagoas, Espírito Santo, Potiguar e Recôncavo.

Fonte: Valor Econômico

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Eólicas no RN são liberadas para funcionamento

A Agência Nacional de Energia Elétrica liberou no 12 de setembro o início da operação comercial das unidades geradora UG1 a UG9 da EOL Vila Pará 1, que fica na cidade de Serra do Mel (RN). Cada unidade tem 3 MW, totalizando 27 MW de potência. Quem também já pode operar no modo teste são as unidades geradoras UG2 e UG10, de 2,1 MW da EOL São Domingos, em São Miguel do Gostoso (RN).

A Aneel também liberou, porém no modo teste, o começo das operações em outras eólicas. Na EOL Santa Mônica, o aval foi para as unidades UG2 e UG3 da eólica, que fica em Trairi (CE). Cada turbina tem potência de 2,7 MW. NA EOL Testa Branca III, as unidades UG1 e UG2, de 2,2 MW cada, também já podem operar em teste. A usina fica na cidade de Ilha Grande, no Piauí.

No Acre, a Aneel liberou para testes a operação de 3,75 MW nas usinas térmicas Marechal Thaumaturgo; de 3,69 MW na UTE Porto Walter, de 2 MW na UTE Jordão e de outros 2 MW na UTE Santa Rosa dos Purus, do consórcio Brasil Bio Fuels Geração de Energia Acre.

Fonte: Da Agência CanalEnergia, Operação e Manutenção

Foto: informativoatitude.com.br

RN ultrapassa a marca de 3GW de capacidade eólica

Sozinho, o R​io Grande do ​​N​orte​ responde por mais de 30% de toda capacidade eólica​ instalada​​ ​no Brasil.

A marca recorde dos 3GW de potência eó​l​ica instalada  foi atingida no dia 10 de setembro, com a entrada em operação comercial do parque eólico Vila Pará I, localizado no município de Serra do Mel. O empreendimento é de propriedade da empresa francesa Voltalia. Os dados são do Departamento de Pesquisas do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE).

Com a conquista, o RN chega a uma capacidade efetiva de 3.008,76 MW, o que representa 31,86% de toda a capacidade eólica instalada no Brasil. No total, são 1.562 aerogeradores em funcionamento, distribuídos em 110 usinas instaladas por todo o Estado.

Os municípios de João Câmara e Parazinho são os que mais concentram atividade eólica, juntos eles geram mais de 1000MW em 46 parques eólicos.

Para efeito de comparação, essa capacidade de energia produzida pela força dos ventos é capaz de abastecer aproximadamente 4,7 milhões de residências mensalmente.

Ao todo, a energia eólica representa entre 10 e 12 bilhões de dólares em investimentos somente no Estado. Aproximadamente 1/3 desse valor é formado por investimentos locais.

Fonte: CERNE Press

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Ministério de Minas e Energia cancela Leilão A-3 que ocorreria neste semestre

O Ministério de Minas e Energia (MME) cancelou o Leilão A-3, para compra de energia elétrica de novos empreendimentos, que estava previsto para ocorrer neste segundo semestre de 2016.

A decisão do ministério está publicada em portaria no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira, dia 8. O leilão cancelado tinha sido autorizado em julho passado e seria realizado para suprimento de energia com início em 1º de janeiro de 2019.

Fonte: Agência Estado