Foto: Divulgação/Vestas

Parques eólicos da Queiroz Galvão terão manutenção da Vestas

Empresa fechou contrato de serviços para operação e manutenção por 10 anos dos projetos com turbinas Suzlon

A fabricante dinamarquesa de equipamentos eólicos Vestas fechou um contrato para fornecer serviços de operação e manutenção a parques da Queiroz Galvão Energia no Brasil, disse nesta terça-feira o presidente da fornecedora no país, Rogério Zampronha.

O negócio vem após a saída do país da produtora indiana de máquinas Suzlon, que havia fornecido os equipamentos utilizados nas usinas eólicas da Queiroz Galvão. A empresa encerrou as atividades no Brasil em meados do ano passado.

“A Vestas fechou um contrato de serviços ‘full scope’ de 10 anos de duração para operação e manutenção dos projetos com turbinas Suzlon, da Queiroz Galvão Energia”, escreveu Zampronha em sua página no Linkedin.

Fonte: Luciano Costa | Reuters

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Consumo de energia subiu 3,2% em abril, informa CCEE

Impulsionada pelas hidrelétricas, geração de energia foi 3,6% superior ao ano passado; ACL cresceu 7,5%

Dados preliminares de medição coletados entre os dias 1º e 10 de abril indicam crescimento de 3,2% no consumo e de 3,6% na geração de energia elétrica no país, na comparação com o mesmo período do ano passado. As informações constam na mais recente edição do boletim InfoMercado Semanal Dinâmico, da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE, que traz dados prévios de geração e consumo de energia, além da posição contratual líquida atual dos consumidores livres e especiais.Impactado pelo aumento das temperaturas no começo de abril, o consumo no Sistema Interligado Nacional – SIN alcançou 62.552 MW médios nos dez primeiros dias de abril, uma elevação de 3,2% frente ao índice no mesmo período de 2017, quando as temperaturas registradas foram mais amenas do que em abril deste ano.

No Ambiente de Contratação Regulado, no qual os consumidores são atendidos pelas distribuidoras, o consumo foi 1,4% superior, índice que considera a migração de consumidores para o mercado livre. O consumo cresceria 3% no período, caso esse efeito fosse desconsiderado.

Já o consumo no Ambiente de Contratação Livre, no qual as empresas compram energia diretamente dos fornecedores, cresceu 7,5%, número que incorpora as novas cargas.  Quando esse movimento não é considerado na análise, o consumo seria 3,6% superior.

Dentre os ramos da indústria avaliados pela CCEE, incluindo dados de autoprodutores, varejistas, consumidores livres e especiais, os setores de metalurgia e produtos de metal tiveram aumento de 12,1%, assim como veículos, com 11,3% e bebidas, 4,8% também registraram elevação no consumo, mesmo desconsiderando o impacto da migração na análise. Já os maiores índices de retração, no mesmo cenário, pertencem aos segmentos de saneamento e têxtil, ambos com 3,7%, e de serviços, com 3,6%.

Nas primeiras semanas de abril, a geração de energia foi de 66.023 MWmédios, 3,6% superior ao entregue ao SIN em 2017, impulsionada pela produção positiva de 13% das usinas hidráulicas, incluindo as Pequenas Centrais Hidrelétricas. As plantas eólicas e térmicas registraram queda na produção de energia no período, com 34,4% e 23%, respectivamente

O InfoMercado Semanal Dinâmico também apresenta estimativa da produção das hidrelétricas integrantes do Mecanismo de Realocação de Energia – MRE, em abril, equivalente a 102,6% de suas garantias físicas, ou 50.056 MW médios em energia elétrica. Para fins de repactuação do risco hidrológico, o percentual é de 91,3%.

Fonte: Canal Energia

Foto: Eletron Energia

Mercado livre de energia faturou R$ 110 bilhões em 2017

Segundo Abraceel, crescimento foi de 17%, com a entrada de 1.700 novos consumidores

Corroborando a progressão cada vez maior do mercado livre de energia como forma potencial de economia, um levantamento realizado pela Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia registrou crescimento de 17% no segmento durante o ano passado, com a entrada de 1.700 novos consumidores livres e um faturamento de R$ 110 bilhões. O estudo ainda apontou um valor transacionado de 80 GW médios e um giro de 4,4 vezes dos contratos.

De acordo com os dados da Abraceel, os comercializadores representaram 50% desse volume, com um aumento de 40%.  Um ponto a se destacar é o Ambiente de Comercialização Livre (ACL) como grande propulsor das fontes renováveis no país, com cerca de 30% de toda a energia sendo comercializada pelo mercado livre veio de usinas eólicas, solares, de biomassa e pequenas centrais hidrelétricas. “Nosso segmento é fundamental para garantir a competitividade e sustentabilidade do setor produtivo”, afirmou Reginaldo Medeiros, presidente da Abraceel.

Nenhum dos segmentos da economia registrou retração no consumo de energia elétrica no ACL em 2017. Os grandes destaques em crescimento foram dos setores de Comércio, com 63,3%, de Serviços, 39,1%, e Saneamento e de Alimentos, com 32,4% e 38,1% respectivamente. “Precisamos agora levar o benefício do mercado livre a um número maior de empresas, aprovando a reforma setorial em tramitação no Congresso Nacional”, avaliou o presidente da associação.

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Resultados do leilão de energia são promissores

Para entrega de energia a partir de 2022, foram contratados um total 39 empreendimentos, entre hidrelétricas, usinas movidas a biomassa, eólicas e solares fotovoltaicas

O leilão de geração de energia de reserva promovido há dias pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) teve resultados muito positivos do ponto de vista dos preços médios da energia, muito inferiores aos tetos admitidos pela agência reguladora. O resultado é promissor para os consumidores de eletricidade, que pagam tarifas elevadas, entre as mais caras do mundo.

Foram contratados no leilão A-4, para entrega de energia a partir de 2022, um total 39 empreendimentos, entre hidrelétricas, usinas movidas a biomassa, eólicas e solares fotovoltaicas. Tanto a potência contratada (de 1.024 MW) como o volume de energia física assegurado (356 MW) são pouco expressivos, mas, mesmo assim, especialistas entendem que os preços podem se tornar, em alguns casos, referência para os próximos leilões.

Com deságio recorde de 73,5%, os projetos eólicos venderão energia a R$ 67,60 o MWh, muito inferiores ao mínimo de R$ 97,49 o MWh observado nos leilões anteriores da Aneel. Os projetos de energia solar mostraram deságio de 62,2% e preço de R$ 118,07 o MWh, para um mínimo histórico de R$ 143,50 o MWh. O deságio das térmicas a biomassa foi de 39,5% e o das hidrelétricas, de 31,92%. Segundo o então presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Luiz Barroso, os preços contribuirão para “segurar a alta de tarifas e trazê-las novamente ao patamar razoável”.

Toda a demanda de energia das distribuidoras foi atendida no leilão, marcado por elevada oferta de projetos que ficaram represados entre 2015 e 2017, quando as incertezas econômicas eram maiores.

Em alguns casos, os geradores não venderam para as distribuidoras toda a energia nova que será produzida em decorrência do leilão A-4, deixando parte da produção para ser oferecida no mercado livre, cujos preços oscilam conforme a oferta e a demanda.

Um diretor da Aneel, Tiago Correia, notou que o leilão, realizado no dia da rejeição do pedido de habeas corpus do ex-presidente Lula pelo Supremo Tribunal Federal (STF), não foi afetado por eventos políticos. Isso reforça, segundo Correia, a atratividade do setor elétrico. O leilão é, portanto, um sinal positivo para os investimentos de longo prazo. A expectativa da agência reguladora é de que o leilão A-4 permita atrair investimentos num total de R$ 5,27 bilhões.

Fonte: O Estado de São Paulo

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Steelcons, Celeos Redes e EDF entre os principais vencedores do leilão A-4

Canadian Solar se associou a três empreendedores para viabilizar 289,88 MW de capacidade. Kroma também vendeu energia solar no certame

A Steelcons foi uma das maiores vencedoras do leilão A-4 realizado nesta quarta-feira, 4 de abril. A empresa comercializou a energia do complexo solar Alex, formado por nove projetos, com 270 MW de potência (90 MWmed). O empreendimento deve receber R$ 900 milhões em investimentos e está localizado no município de Limoeiro do Norte (CE). A energia vendida é correspondente a 40% do montante de energia solar contratada no certame. A Safira Energia e o Banco do Brasil foram os assessores financeiros exclusivos da Steelcons nesse leilão, com a Melcheds Advogados atuando na assessoria legal.

A Celeos Rede Brasil comercializou a energia de seis parques solares no leilão. Localizados no Piauí, os projetos São João do Piauí tem capacidade instalada de 179,86 MW e 40,2 MWmed comercializados. As empresas Kroma e Êxito comercializaram os parques São Pedro e Paulo, em Pernambuco, com 66,90 MW.

A Canadian Solar está associada a 11 diferentes projetos, com 289,88 MW de capacidade, localizados em Minas Gerais e Ceará. A empresa está associada a Solatio em três projetos denominados Francisco Sa, 90 MW de capacidade, localizados em Minas. Com a CEI Solar, a Canadian está nos projetos Solar Jaíba, também em Minas Gerais, com 79,88 MW. E com a Lavras Geração de Energia Elétrica, a empresa tem cinco parques Lavras, localizados no Ceará, com 120 MW de capacidade. Não está claro inicialmente a proporção de participação de cada sócio nos projetos.

A EDF Energies Nouvelles comercializou os quatro projetos eólicos vencedores do certame. Os parques Ventos de São Januário, localizados na Bahia, tem capacidade de 114,4 MW e venderam 33,4 MW médios a um preço de R$ 67,60/MWh. Foram comercializadas ainda duas térmicas a biomassa de cana, uma no Espírito Santo e outra em Minas Gerais, somando 61,8 MW. Além de quatro pequenas hidrelétricas, duas PCHs, no Rio Grande do Sul, e duas CGHs, em Mato Grosso e Minas Gerais.

Fonte: Canal Energia

Foto: Eurípedes Dias

Eólica em Jandaíra recebe autorização da Aneel para operação comercial

Umbuzeiros já pode iniciar operação comercial de 32,9 MW

A Agência Nacional de Energia Elétrica liberou nesta segunda-feira, 2 de abril, o começo da operação comercial de 14 unidades geradoras da EOL Umbuzeiros com 2,35 MW cada, que totalizam 32,9 MW de potência.

As unidades UG1 a UG 14 ficam localizadas na cidade de Jandaíra, no Rio Grande do Norte.

Fonte: Canal Energia

(Foto: Igor Jácome/G1)

Energia eólica recebe 97% dos financiamentos do BNDES ao RN no primeiro bimestre

Banco liberou R$ 446,3 milhões entre janeiro e fevereiro. Crescimento foi de 55% na comparação com o mesmo período do ano passado.

O setor de energia eólica foi responsável por 97% dos financiamentos liberados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ao Rio Grande do Norte, no primeiro bimestre deste ano. Foram mais de R$ 434 milhões investidos no segmento, de um total de R$ 446,3 milhões que chegaram ao estado.

De acordo com o banco, a soma de investimentos no RN foi 48,5% maior que o valor liberado no mesmo período do ano passado. Os investimentos em energia eólica fizeram o setor de infraestrutura, da qual ela faz parte, ter o maior crescimento: de 55%.

Apesar de o setor agropecuário também ter tido um crescimento do mesmo porte (55%), o volume de recursos foi bem menor. Ficou em R$ 2,2 milhões. Ao setor de comércio e serviços, foram destinados R$ 5,2 milhões e a indústria potiguar recebeu R$ 1,8 milhão.

Para as micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) potiguares, foram liberados R$ 32,2 milhões, distribuídos em 457 operações de créditos diferentes.

Fonte: G1/RN

Foto: Jornal Desafio

Falha em linhão provoca queda de energia no Norte e Nordeste

O apagão que atingiu todos os nove estados do Nordeste, além do Amazonas, Pará e Tocantins na tarde desta quarta-feira (21) foi provocado por uma falha em um disjuntor na subestação de Xingu, conectada à linha de transmissão operada pela concessionária Belo Monte Transmissora de Energia, controlada pela empresa estatal chinesa State Grid, responsável pelo escoamento da energia gerada pela usina de Belo Monte, no Pará.

A queda ocorreu por conta de erro na calibração do disjuntor, equipamento que faz o controle automático da energia que passa pela linha. O componente estava calibrado para receber até 3.700 megawatts (MW) de potência, em vez de mais de 4 mil MW, como deveria. Ontem, quando a transmissão atingiu esse volume limite, o disjuntor simplesmente caiu, paralisando todo o resto da rede. A ONS explicou, em nota oficial,  que os sistemas Sul, Sudeste e Centro-Oeste ficaram desconectados do Norte e Nordeste.

Para o Diretor-Presidente do Centro de Estratégias em Recursos Naturais Energia (CERNE), Jean-Paul Prates, o problema que desencadeou o apagão não está relacionado com o tipo de fonte utilizada e sim com a operação da linha de transmissão. “Neste caso, o questionamento importante a se fazer é quanto à segurança do sistema de transmissão”.

Na opinião do especialista, o caso tem que ser apurado de forma transparente e as responsabilidades devem ser expostas para que se evitem falhas de operação como a que parece ter ocorrido.

“Não dá para escamotear responsabilidades num caso como este, principalmente por motivações políticas. Se houve algo errado, é preciso apurar e trazer à luz. Afinal, o sistema elétrico nacional hoje não é mais operado por uma empresa só, e é preciso distinguir responsabilidades e penalidades, para não se generalizar ou errar quanto a isso”, finaliza.

Confira outras notícias com informações sobre o apagão:

Falha em disjuntor no Xingu provocou “colapso” de energia no Norte e Nordeste, diz ONS

Apagão atinge ao menos 12 Estados de Norte e Nordeste

Falha em linha de transmissão de Belo Monte provoca apagão no Norte e Nordeste

Apagão no Norte e Nordeste foi causado por falha em linha

 

Fonte: CERNE Press

Foto: Paulo Whitaker

Comercializadoras de energia têm fortes ganhos em 2017 e setor acelera expansão

Empresas de comercialização de eletricidade, que atuam no chamado “mercado livre” de energia e fecham contratos de compra e venda junto a geradores e grandes clientes, como indústrias, tiveram no ano passado um dos melhores desempenhos da história, o que tem impulsionado o crescimento dos negócios no setor.

Em meio aos bons resultados, o número de comercializadoras no mercado pode ter em 2018 o maior salto em anos, com 36 processos para a abertura de novas empresas no ramo já em andamento, segundo a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

Ao longo de 2017, o quadro de comercializadoras ganhou 28 companhias, uma expansão de 15 por cento, a maior registrada desde 2012. Atualmente, são 222 empresas em operação no segmento.

“Acho que, se a gente for classificar, foi o melhor ano para as comercializadoras… A grande maioria delas aproveitou essa tendência e acabou tendo um resultado muito bom”, disse à Reuters o presidente da Comerc Energia, Cristopher Vlavianos.

A empresa viu uma alta de 32 por cento no faturamento em 2017, para 1,8 bilhão de reais.

Segundo o executivo, esse bom desempenho da Comerc e de outras comercializadoras foi ajudado por mudanças regulatórias que tornaram mais previsível a evolução dos preços no mercado livre de eletricidade ao longo de 2017.

Essas alterações, que entraram em vigor em maio passado, tinham como objetivo tornar mais realistas os preços no mercado, por meio de uma nova metodologia de cálculo que dá maior peso a cenários pessimistas de chuvas na região das hidrelétricas.

Mas essa nova metodologia teve na prática um impacto altista nos preços, que foi largamente antecipado pelos agentes de mercado de comercialização, os quais conseguiram realizar operações no mercado para ganhar com a aposta em uma alta das cotações.

“Foi realmente um ano muito bom para nós, em linha com o mercado em geral… Houve uma certa previsibilidade, e as casas que tem uma área de preço, de estudo, de inteligência, conseguiram (acertar a aposta)… De fato, os faturamentos estão bem expressivos”, disse Danilo Marchesi, sócio da comercializadora Compass.

Ele não citou números de faturamento porque a Compass ainda não fechou o balanço financeiro de 2017.

Mas grandes elétricas que já divulgaram os resultados de 2017 também mostraram números amplamente favoráveis nas operações de comercialização.

A francesa Engie Brasil Energia viu uma alta de 88 por cento na receita de venda de energia a comercializadoras em 2017, para cerca de 600 milhões de reais.

A EDP Brasil teve uma expansão de 37 por cento no volume de energia transacionado por sua unidade de comercialização na comparação com 2016, enquanto o preço médio praticado subiu 34 por cento entre um ano e outro.

Setor em alta

O bom momento das comercializadoras no ano passado também foi impulsionado por um grande crescimento no número de clientes visto desde 2016, após uma alta de mais de 50 por cento nas tarifas cobradas pelas distribuidoras em 2015 aumentar a economia para as empresas que decidem comprar eletricidade no chamado mercado livre.

Esse movimento tem feito cada vez mais investidores olharem para negócios nesse mercado, disse à Reuters o presidente da consultoria Thymos Energia, João Carlos Mello.

“A gente vê grandes empresas focadas nisso, bancos entrando no jogo. É um mercado que vai amadurecer bastante”, afirmou.

Ele apostou, no entanto, que novas mudanças previstas na regulamentação —como um cálculo realizado a cada hora para os preços a partir de 2019, ante a cada semana atualmente— irão “afunilar” o setor, ao tornar as operações mais complexas, o que poderá favorecer um movimento de consolidação no segmento.

“Imagino que vai ter um pouco de fusões, e uma redução no número de comercializadoras… Provavelmente em 2019 e 2020”, afirmou.

Enquanto isso, as comercializadoras também aproveitam para expandir a atuação para outras atividades, como consultoria e serviços, mercados que também estão bastante aquecidos, conforme a recessão força empresas e indústrias a buscar meios de economizar os custos com eletricidade.

“A perspectiva para este ano também é muito boa, até em termos de novos negócios. Estamos crescendo bastante na área de eficiência energética, de energia solar”, disse Vlavianos, da Comerc.

As comercializadoras também apostam que o número de clientes no mercado livre de eletricidade terá um bom crescimento no próximo ano, uma vez que fortes reajustes nas tarifas de distribuidoras ao longo de 2018 deverão impulsionar clientes a buscar preços mais baixos.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou recentemente reajustes de mais de 10 por cento para as tarifas de diversas distribuidoras, como Light, Enel Rio e Cemig, entre outras.

Fonte: Luciano Costa | Reuters