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RN atinge marca dos 100 parques eólicos em operação

Estado é o primeiro a alcançar a marca dos 100 parques e chega a 2,8 GW de potência instalada no Brasil.

O Rio Grande do Norte atingiu marca de 102 parques eólicos em operação comercial. O feito foi alcançado no último sábado (21/05), após a entrada em operação comercial dos parques eólicos Baixa do Feijão I, II, III e IV. O empreendimento, de propriedade da EDP Renováveis, está localizado no município de Jandaíra, região da Baixa Verde, e possui 60 aerogeradores de 2 MW cada. O complexo  adicionou 120 MW em potência instalada no RN.

Com a marca, o estado potiguar consolida a liderança frente ao segundo colocado, a Bahia, que possui 67 parques e 1,64 GW. De acordo com o Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE), o Rio Grande do Norte se torna o primeiro estado a alcançar 100 parques eólicos em operação comercial, com 2,8 GW em potência instalada, número este que representa mais de 30% de toda a potência eólica instalada do Brasil.

Liderança

O Rio Grande do Norte é líder nacional em potência instalada e geração de energia eólica, tendo sido o primeiro estado brasileiro a alcançar a marca de 1 GW de potência instalada em  maio de 2014. Em 2015, o RN quebrou um novo recorde alcançando os 2 GW no mês de abril.

Atualmente, o RN possui a maior matriz eólica estadual do Brasil, com 84% de participação da fonte, e conta com mais de 1400 turbinas eólicas em operação comercial em todo o território.

Fonte: CERNE/SEERN Press

Foto:exame.abril.com.br

Chesf colocou em operação comercial transformador na subestação Mossoró II

Com um investimento direto em torno de R$ 10 milhões, a Chesf colocou em operação comercial na semana passada, o quarto transformador abaixador com tensão de 230 KV para 69 KV, com potência de 100 MVA, na subestação Mossoró II, situada no interior do Estado do Rio Grande do Norte. Foram gerados mais de 200 empregos na etapa de implantação.

O empreendimento tem como objetivo evitar cortes de cargas na região, por ocasião de contingência em um dos transformadores 230/69 KV instalados nessa subestação. Esse reforço beneficiará o atendimento às cargas da Cosern derivadas da subestação Mossoró II, em particular as polarizadas pelas subestação Almino Afonso, Apodi, Baraúnas, Barrocas, Canto do Amara, Dix-Sep Rosado, Grossos, Maísa, Mossoró, além de proporcionar uma melhor distribuição da geração eólica conectada nessa subestação.

A população beneficiada é superior a 370 mi, atingindo uma área de 4,8 mil km2, com PIB maior que R$ 7 bilhões. A empresa contará com um reforço de R$ 1,3 milhão de acréscimo de receita em seus cofres, devido a essa entrada em operação comercial.

Fonte: Da Agência CanalEnergia , Operação e Manutenção

Presidente da COPEL, Luiz Fernando Vianna. (Foto: SEERN Press)

SEERN e CERNE participam de lançamento de complexo eólico em Pedra Grande

Foi lançada na manhã desta segunda-feira (16/05), a pedra fundamental do Complexo Eólico Cutia, localizado no município de Pedra Grande/RN. O empreendimento, de propriedade da Companhia Paranaense de Energia (COPEL), é o maior em construção da empresa. O Sindicato das Empresas do Setor Energético do Rio Grande do Norte (SEERN) esteve presente na solenidade de inauguração, que contou com a presença do governador do RN, Robinson Faria, e do Paraná, Beto Richa.

Durante o pronunciamento, o governador Beto Richa enfatizou os investimentos do Estado do Paraná para melhorar os serviços públicos, o que resultou em grandes mudanças na política de desenvolvimento da COPEL e permitiu a expansão em direção às energias renováveis. Para ele, os investimentos em renováveis são considerados irreversíveis, pelo desgaste mínimo causado aos recursos naturais.

Governador do Paraná, Beto Richa, fala sobre os investimentos do Estado em renováveis. (Foto: SEERN Press)

Governador do Paraná, Beto Richa, fala sobre os investimentos do Estado em renováveis. (Foto: SEERN Press)

Já o governador Robinson Faria ressaltou a importância cada vez maior das renováveis para o desenvolvimento do Rio Grande do Norte e reafirmou a parceria do Governo com o setor.

Robinson Faria reafirmou parceria do Governo do RN com o setor. (Foto: SEERN Press)

Robinson Faria reafirmou parceria do Governo do RN com o setor. (Foto: SEERN Press)

O Complexo Eólico Cutia será composto por sete parques e 86 aerogeradores com torres de 120 metros de altura, as maiores do gênero no mundo. A altura de cada torre equivale a um prédio de 40 andares. O Complexo Eólico terá  capacidade de geração de 312,9 MW.

Além dos funcionários, servidores e diretores da COPEL e de representantes do primeiro escalão do governo do estado, participaram do evento o Presidente Geral da COPEL, Luiz Fernando Vianna, o Presidente da Copel Renováveis, Ricardo Goldani Dosso, e os prefeitos de São Bento do Norte e Pedra Grande.

Fonte: SEERN Press

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

Fontes renováveis poderão ter papel maior na geração de energia até 2040

A participação de fontes renováveis na matriz energética brasileira pode ser de pelo menos 60% até 2040, conforme prevê o Projeto de Lei do Senado (PLS) 712/2015, do senador Cristovam Buarque (PPS-DF). A proposta foi acolhida nesta terça-feira (10) na Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) e segue para a Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI), onde será votada em decisão terminativa.

Atualmente, cerca de 40% da oferta interna de energia brasileira são provenientes de fontes renováveis, principalmente hidráulica e biomassa.

Esse percentual, diz Cristovam, já coloca o Brasil como protagonista na adoção de soluções para redução de gases de efeito estufa. Ele destacou ainda decisão do país de apresentar ao Secretariado da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima o compromisso de alcançar uma participação de 45% de energias renováveis na composição da matriz energética em 2030.

O parlamentar, no entanto, afirma que a soma das emissões das nações que assinaram o Acordo de Paris, durante encontro da ONU realizado na França no final de 2015, chegará a 55 giga toneladas de gases de efeito estufa, em quinze anos, o que é incompatível com a expectativa de limitar a dois graus Celsius o aumento da temperatura global.

Meta mais ousada

Por considerar a necessidade de um esforço extra de todos os países, ele propõe modificar a lei que institui a Política Nacional sobre Mudança do Clima (Lei 12.187/2009) para estabelecer uma meta mais ousada, de forma a ampliar a substituição de energia oriunda do petróleo por fontes renováveis, com baixa emissão de gases que provocam o aquecimento do planeta.

Para o autor, o país tem condição de chegar a 60% de fontes renováveis até 2014, tendo em vista a experiência brasileira na geração hidráulica e na produção de biocombustíveis, além dos avanços no aproveitamento de energia eólica e fotovoltaica.

O relator, senador Blairo Maggi (PR-MT), apresentou substitutivo para adequar o texto a definições internacionais e para determinar que o aumento da participação das fontes renováveis ocorra “até 2040”, e não “em 2040”, como está no texto original, de forma a que o avanço aconteça de forma gradual. Em função da ausência de Blairo Maggi na reunião desta terça-feira, o substitutivo foi apresentado pelo relator ad hoc, Flexa Ribeiro (PSDB-PA).

Fonte: Iara Guimarães Altafin | Agência Senado

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RN cadastra usinas solares e PCH em leilão de energia de reserva

A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) cadastrou 428 projetos para o 1º Leilão de Energia de Reserva. O leilão está marcado para 29 de julho. Ao todo, esses projetos representam oferta de 10.195 megawatts (MW) de potência instalada, distribuída entre 19 estados. O Rio Grande do Norte está na lista dos inscritos. Há 33 projetos de energia solar, com oferta de 960 MW, e uma Pequena Central Hidrelétrica (PCH), de 5 MW, cadastrados no estado.

Empreendimentos de energia solar fotovoltaica se destacaram no cadastramento, totalizando 9.210 MW da energia ofertada, em 295 projetos – considerando todos os estados. Também se cadastraram 73 Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), com 889 MW, e 60 Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs), com 96 MW.

Do total referente à energia solar, 61 empreendimentos são na Bahia, somando 1.593 MW. O Estado do Piauí é o segundo maior em volume de energia solar ofertada, com 42 projetos e 1.430 MW; seguido por São Paulo, com 44 projetos e 1.328 MW. A EPE esclarece, no entanto, que todos esses projetos ainda terão de passar pela fase de habilitação para poderem participar do leilão.

A lista de projetos cadastrado foi divulgada uma semana após um outro leilão em que não havia fonte solar, mas em que as Pequenas Centrais Hidrelétricas foram destaque. O leilão contratou energia de 29 empreendimentos, com potência total de 278,471 MW e 158,1 MW médios de garantia física.  Vinte eram PCHs, sete termelétricas a biomassa e uma usina termelétrica a partir de gás natural em ciclo combinado.

Diferente do esperado por boa parte do mercado, não houve a comercialização de energia eólica, que respondia pela maior parte da energia habilitada para o certame. A lista de projetos aprovados incluía 693 de energia eólica, dos quais 174 estavam no Rio Grande do Norte e somavam 4.169 MW. O estado teve a segunda maior presença entre os estados, atrás da Bahia, com 246 eólicas e 5.979 MW.

Para o presidente do Sindicato das Empresas do Setor Energético do RN e do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (Cerne), Jean-Paul Prates, há duas causas principais por trás do desempenho do setor eólico: “A desaceleração da demanda por energia e uma dinâmica para priorizar PCHs e usinas de biomassa, que, diante dos preços mais competitivos que as eólicas vinham atingindo nos últimos leilões, estavam encalhadas”.

Fonte: Tribuna do Norte | Agência Estado

Foto: www.blogdafloresta.com.br

Brasil atinge capacidade instalada de 142.619 MW em março

A capacidade total instalada de geração de energia elétrica no Brasil atingiu a marca de 142.610 MW no mês de março deste ano. Nos 12 meses anteriores, houve um acréscimo de 7.265 MW, sendo 2.735 MW de geração de fonte hidráulica, de 1.704 MW de fontes térmicas, 2.818 MW de fonte eólica e 8 MW de fonte solar. O Ministério de Minas e Energia divulgou nesta terça-feira, 3 de maio, os dados do Boletim Mensal de Monitoramento do Setor Elétrico, um documento elaborado pelo MME com informações atualizadas e consolidadas sobre a operação eletroenergética no Brasil, permitindo o registro e acompanhamento de temas relevantes do Setor Elétrico.

Somente no mês de março, entraram em operação comercial 351,32 MW de capacidade instalada de geração, 165,0 km de linhas de transmissão e 2.100 MVA de transformação na Rede Básica. Em 2016, a expansão do sistema totalizou 1.687,78 MW de capacidade instalada de geração, 455,1 km de linhas de transmissão de Rede Básica e conexões de usinas e 3.840 MVA de transformação da Rede Básica.

No mês de março, o nível de armazenamento dos reservatórios aumentou em todos os subsistemas. No mês, a contribuição da produção térmica se reduziu, com cerca de 1.600 MWmédios a menos do que o verificado do mês anterior.

Fonte: Da Agência CanalEnergia , Operação e Manutenção

www.ambienteenergia.com.br

Bandeira tarifária continua verde em maio

A bandeira para o mês de maio será verde, sem custo para os consumidores. Entre os fatores que contribuíram para a manutenção da bandeira verde estão o resultado positivo do período úmido, que recompôs os reservatórios das hidrelétricas; o aumento de energia disponível com redução de demanda; e a adição de novas usinas ao sistema elétrico brasileiro. Criado pela ANEEL, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza com precisão o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o uso consciente da energia elétrica.

Em razão do resultado do Programa Mensal de Operação (PMO) de maio/2016, a Agência decidiu cancelar a 2ª Reunião Pública Extraordinária, prevista para hoje às 15h. O PMO indicou Custo Marginal de Operação – CMO abaixo de R$ 211,28/MWh para todos os subsistemas. Com isso, a Bandeira Tarifária de Maio foi acionada verde de acordo com a regra prevista no PRORET 6.8. A razão para a queda do CMO para o subsistema nordeste, que em abril de 2016 ficou acima do patamar de R$ 211,28, é a previsão de um maior volume de geração eólica naquela região, dispensando o acionamento das usinas térmicas, de custo mais elevado.

O funcionamento das bandeiras tarifárias é simples: as cores verde, amarela ou vermelha indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração de eletricidade. Com as bandeiras, a conta de luz fica mais transparente e o consumidor tem a melhor informação para usar a energia elétrica de forma mais consciente.

Fonte: ANP

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Leilão A-5 negocia 201,8 MW médios ao preço médio de R$ 198,59/ MWh

Após uma disputa de quase três horas chegou ao fim o 23º leilão de energia nova A-5 que negociou um total de 201,8 MW médios de energia que viabilizou a adição de 278,71 MW em capacidade instalada e 158,14 MW médios de garantia física. Segundo informações da agência Canal Energia, o preço médio geral do certame ficou em R$ 198,59 por MWh. O volume de energia negociado corresponde a um giro financeiro de R$ 9,772 bilhões.

A única UHE na disputa, Santa Branca (PR, 62 MW) foi negociada ao preço de R$ 150/MWh. O produto por quantidade da fonte PCH viabilizou 20 projetos o maior vencedor do certame em volume de empreendimentos. O preço médio do produto quantidade ficou em R$ 175,80/MWh.

Já nos produtos por disponibilidade, a fonte biomassa negociou sete empreendimentos e 815 lotes de 0,1 MW médio contratados. Nesse produto o preço médio ficou em R$ 235,95/MWh.  E ainda foi viabilizada uma térmica a gás natural com ciclo combinado de 5,54 MW de capacidade instalada e de propriedade da Oeste Canoas na região Norte com o preço venda no teto de R$ 258/MWh. A fonte eólica não negociou projetos.

Como esperado, houve baixa demanda com apenas sete distribuidoras comprando energia. A maior foi a Celesc-D com 13,562 milhões de MWh, seguida pela Amazonas Energia com 12,575 milhões de MWh. Participaram ainda a Boa Vista Energia, Ceal, Cepisa, Copel e ELFSM.

Segundo informações da agência Reuters, o resultado de projetos contratados no leilão de energia A-5 foi o menor desde 2009, quando a economia estava impactada por uma das piores crises financeiras globais.

Com a recessão econômica e a crise política, a baixa contratação ficou na metade inferior das previsões de analistas, que esperavam demanda nula ou de no máximo 800 megawatts médios na licitação.

A expectativa quanto ao certame era baixa devido à redução de consumo de eletricidade no Brasil, registrada desde o ano passado devido a uma forte elevação das tarifas e à recessão econômica.

Fonte: SEERN Press com informações da Agência CanalEnergia e Agência Reuters

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ANEEL realiza o Leilão A-5 nesta sexta-feira (29)

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) realiza nesta sexta-feira (29) o Leilão A-5, o primeiro nessa modalidade em 2016, para contratação de energia elétrica proveniente de empreendimentos de geração a partir das fontes hidrelétrica, eólica e termelétrica a carvão, a gás natural em ciclo combinado e a biomassa, com início de suprimento em 1o de janeiro de 2021.

O leilão será realizado pela Internet, com operacionalização da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), em São Paulo. A energia elétrica gerada será objeto de Contrato de Comercialização de Energia em Ambiente Regulado (CCEAR), nas modalidades por disponibilidade para os empreendimentos eólicos e termelétricos, e quantidade de energia para os hidrelétricos.

O Preço Inicial do Produto Disponibilidade será de R$ 251/MWh para fonte termelétrica a biomassa e carvão; R$290 para fonte termelétrica a gás natural; e de R$ 223/MWh para eólicas, enquanto o Preço Inicial do Produto Quantidade, para empreendimentos hidrelétricos será de R$ 227/MWh. Há ainda preços de referência para a PCH Santa Barbara, e empreendimentos com outorga sem contrato, e com outorga com contrato.

Para este certame, a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) habilitou 802 empreendimentos, com 693 projetos de eólicas, duas hidrelétricas, 52 pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs); 40 termelétricas a biomassa; nove termelétricas a gás natural; cinco termelétricas a carvão; e uma termelétrica a biogás.

Fonte: Setor Energético

Foto: SEERN Press

Diretor do SINDIENERGIA/CE visita sede do SEERN

O Diretor de Geração Distribuída ​do Sindicato das Empresas de Energia do Ceará – SINDIENERGIA/CE, Ricardo Correia, esteve nesta quarta-feira (20) na sede do CERNE e do SEERN (Sindicato das Empresas do Setor Energético do RN) para uma visita de cortesia, onde foi recebido pelo Presidente do SEERN e do CERNE, Jean-Paul Prates.

Os dois dirigentes conversaram sobre o desenvolvimento dos setores energéticos do Ceará e do Rio Grande do Norte, e sobre as sinergias existentes entre os processos de consolidação das indústrias eólica e solar nos dois estados. Também iniciaram os entendimentos sobre uma agenda comum de questões críticas para o desenvolvimento do ambiente de investimento e operação das empresas de geração centralizada na região Nordeste Setentrional.

Segundo Jean-Paul Prates, o Ceará e o Rio Grande do Norte são “sócios” da mesma bacia de ventos que é a mais rentável do mundo, com os melhores fatores de capacidade e o contexto operacional e logístico mais atrativo. “Não há fatores políticos ou fronteiras geográficas que mudem esta realidade que a natureza nos impõe. Por isso, não podemos deixar de trabalhar em parceria e criar cada vez mais condições adequadas para que o investimento nos nossos E​stados sejam rentáveis para os investidores e, ao mesmo tempo, benéficos para as sociedades locais e o meio ambiente”, complementou.

Para Ricardo Correia, o SEERN é uma referência importante pelos resultados já apresentados para as empresas geradoras e por ter conseguido integrar os interesses de cada segmento do setor energético. “Isso mostra que tanto as empresas geradoras quanto as prestadoras de serviço e demais elementos da cadeia produtiva do setor energético podem perfeitamente conviver numa mesma entidade forte e representativa”, explicou.

O SEERN e o SINDIENERGIA/CE deverão se reencontrar em maio, para nova agenda de discussões em Fortaleza. Na oportunidade, será consolidada também a parceria com o núcleo do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE) no Ceará, que deverá contar com o apoio do SINDIENERGIA/CE.

Fonte: SEERN Press