Rio Grande do Norte regulamenta energia solar fotovoltaica

A energia solar fotovoltaica foi regulamentada no Rio Grande do Norte. A Instrução Normativa 001 de 01 de novembro de 2018 foi assinada pelo diretor geral do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema), Rondinelle Oliveira, e publicada no Diário Oficial do RN na última sexta-feira (02). Com isso, a atividade tem regulamentação própria, estabelecendo procedimentos específicos do setor que vem crescendo nos últimos anos. A Instrução Normativa fornece detalhes para instrumentalizar o processo de licenciamento e disciplinar como isso deve acontecer.

“A atividade fotovoltaica é viável ambiental e economicamente, porém carecia de um marco regulatório, além de se constituir em uma oportunidade para quem quer empreender em solos potiguares. Criar a Instrução Normativa específica para este setor é um avanço para nós, trazendo clareza no processo de licenciamento, incentivo às cadeias produtivas dessa área, além da necessária segurança jurídica”, afirmou Rondinelle Oliveira.

A Instrução Normativa detalha o procedimento até então inexistente no Rio Grande do Norte, oferecendo diretrizes sobre o licenciamento deste setor. Dentre as especificações, os tipos de estudos necessários, em quais situações eles serão solicitados, se o projeto do empreendimento encontra-se em área de Unidade de Conservação ou até mesmo se determinada área necessita de estudos mais complexos.

“Temos um potencial extraordinário em relação a outros estados que é a presença do sol quase o ano inteiro, e esse é um fator bastante favorável para nós. Agora o empreendedor que queira investir nessa atividade terá um melhor direcionamento”, afirmou a coordenadora do setor de Energias do Idema, Andréa Mércia Barreto.

Fonte: Portal No Ar

Presidente do SEERN assumirá vaga no Senado Federal

Jean-Paul Prates será o primeiro parlamentar oriundo do setor energético a ocupar uma cadeira na casa legislativa. 

Com a vitória da Senadora Fátima Bezerra (PT) para o Governo do Estado do Rio Grande do Norte, o Presidente do SEERN, Jean-Paul Prates, deve assumir a vaga a ser deixada por ela no Senado Federal, a partir de 1º de janeiro de 2019. O economista e especialista em energia também preside o Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE).

Prates é o primeiro suplente de Fátima Bezerra e já elencou como prioridades para o mandato as pautas que envolvem o desenvolvimento econômico, responsável e sustentável do RN, incluindo as energias renováveis e os recursos naturais, bem como a continuidade das pautas já desenvolvidas por Fátima Bezerra.

A futura posse de Jean-Paul Prates como Senador está sendo vista como uma conquista imensa para as renováveis, pois será o primeiro parlamentar oriundo do setor energético a ocupar uma cadeira na casa legislativa e a defender essa bandeira.

O empresário explicou que pretende liderar iniciativas que resultem em novos investimentos diretos para o RN, em especial nas áreas de infraestrutura, logística, energia e recursos naturais (água, minérios, petróleo, sal, agronegócios, entre outros), conforme as vocações regionais do Estado e em alinhamento com o Poder Executivo.

Prates falou também sobre as outras frentes em que vai buscar inserção durante os próximos quatro anos : ”tenho grande interesse em participar ativamente de discussões nacionais que resultem na democratização do sistema financeiro (inclusive reforma bancária), para que tenhamos um ambiente bem mais confortável e seguro para o empreendedorismo regional, bem como o resgate da eficiência do Estado brasileiro nos serviços públicos e na regulação setorial”, explicou.

Fonte: CERNE Press

Usinas eólicas em São Bento entram em operação comercial

Aneel aprovou operação comercial de 46,2 MW

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) determinou a operação comercial de duas centrais de geração eólica denominadas São Bento do Norte I e II, segundo despacho publicado nesta segunda-feira, 22 de outubro, no Diário Oficial da União. Cada EOL possui onze aerogeradores de 2,1 MW, somando 23,1 MW de potência em cada usina, ambas localizadas no município de São Bento do Norte, no Rio Grande do Norte.

Fonte: CERNE Press com informações da Aneel

UFRN está entre finalistas de prêmio de inovação da ANP

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) está entre as instituições finalistas de 2018 do Prêmio ANP de Inovação Tecnológica com a pesquisa “Produção de biodiesel avançado proveniente de microalgas nativas com captura intensiva de gás carbônico”.

Feito em parceria com a Universidade Federal de Viçosa (UFV) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a pesquisa está na lista com os projetos classificados, divulgada neste mês de outubro, concorrendo na Categoria III, a qual engloba projetos desenvolvidos exclusivamente por instituição credenciada, em colaboração com a Petrobras. Na mesma categoria, concorrem a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio)/  Petrobras e Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)/ Petrobras.

A premiação é promovida pela ANP e tem como objetivo o reconhecimento dos resultados dos melhores projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação na área petroquímica do Brasil. Segundo o professor Graco Aurélio Viana, do Centro de Biociências (CB) e coordenador do projeto na Universidade Federal do RN, a divulgação dos vencedores acontece em novembro, no Palácio do Itamaraty, em Brasília.

Prêmio ANP
A edição 2018 do Prêmio ANP de Inovação Tecnológica contempla cinco categorias, classificadas por temas e por tipo de executor, com três finalistas em cada uma. Além dos vencedores em cada categoria, haverá também a premiação da Personalidade Inovação do Ano, cujo objetivo é reconhecer e premiar a pessoa física que tenha gerado contribuição e realizações relevantes para o desenvolvimento e inovação tecnológica no setor, e uma menção honrosa à pessoa física que tenha realizado contribuição operacional para o setor.

O objetivo do Prêmio ANP é reconhecer e premiar os resultados associados a projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) que representem avanço tecnológico para o setor de petróleo, gás natural e biocombustíveis, desenvolvidos no Brasil por instituições credenciadas, empresas brasileiras e empresas petrolíferas, com recursos da Cláusula de PD&I, presente nos contratos de exploração e produção.

Fonte: Tribuna do Norte

Aneel autoriza testes em eólica no município de São Bento

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou a operação em teste de sete aerogeradores da central de geração eólica Maria Helena, segundo despacho publicado na terça-feira, 9 de outubro, no Diário Oficial da União.

As unidades liberadas da usina somam 14,7 MW  de capacidade instalada no município de São Bento do Norte, no Rio Grande do Norte.

Fonte: Canal Energia

BNDES libera R$ 619 milhões para parques eólicos no Rio Grande do Norte

A Diretoria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 619,4 milhões para a implantação de treze parques eólicos, nos municípios de Pedra Grande e São Bento do Norte, no litoral Norte do Rio Grande do Norte, além de 32 quilômetros de linhas de transmissão. No total, serão instalados 149 aerogeradores.

Os parques terão capacidade de geração instalada de 312,9 MW, energia suficiente para abastecer cerca de 570 mil residências. O projeto consiste na implantação de duas unidades: o Complexo Eólico Cutia e o Complexo Eólico Bento Miguel. Ambos contarão com instalações nos dois municípios.

O Complexo de Cutia contará com sete parques eólicos, totalizando 86 aerogeradores, com capacidade instalada de 180,6 MW. Os parques do complexo deverão entrar em operação comercial plena até janeiro de 2019.

Já o Complexo de Bento Miguel, com seis parques eólicos, contará com 63 aerogeradores, com capacidade instalada de 132,3 MW. Seus parques deverão estar em fase operacional a partir de janeiro de 2019.

Os dois complexos compartilharão uma subestação coletora e uma linha de transmissão com 32 km de extensão, conectada à subestação Touros, de propriedade da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf).

Investimento
Os recursos correspondem a 30% do investimento total, que é superior a R$ 2 bilhões, e serão liberados para a Cutia Empreendimentos Eólicos S.A., holding proprietária de treze Sociedades de Propósitos Específicos (SPEs). Cada SPE controla um dos parques eólicos. A fim de diversificar o funding para o projeto e fomentar o mercado de capitais, está prevista uma emissão pública de debêntures de infraestrutura.

O projeto contribui para a diversificação da matriz energética brasileira com uma fonte de recursos renovável, já que favorece a redução das emissões de gases do efeito estufa por MWh.

Os parques serão instalados em municípios de baixo Índice de Desenvolvimento Humano (Pedra Grande com 0,559 e São Bento do Norte com 0,555) e contribuirão para o desenvolvimento local por conta da arrecadação de ISS pelas prefeituras e da geração de renda para proprietários de pequenos lotes que serão arrendados. Estima-se que durante as obras sejam criados 710 empregos diretos.

A Cutia Empreendimentos Eólicos S.A., proprietária dos parques, é uma subsidiária integral da Copel GeT, que, por sua vez, pertence à Companhia Paranaense de Energia (Copel), empresa de capital aberto que integra do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3.
Quem
Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

O que
Liberação de R$ 619,4 milhões para obras de 13 parques eolícos no Rio Grande do Norte, gerando 710 empregos diretos.

Fonte: Tribuna do Norte

Vestas fecha novo contrato para fornecer 101 MW em turbinas no Brasil

Parque Serra do Mel, no Rio Grande do Norte será o primeiro equipado com as novas máquinas de 4.2 MW de potência
A fabricante de turbinas eólicas Vestas fechou um contrato para fornecer 24 máquinas para o parque eólico Serra do Mel, no Estado do Rio Grande do Norte. O anúncio foi feito nesta quinta-feira, 27 de setembro, em Madri, na Espanha.A encomenda foi feita pela Echoenergia, companhia controlada pelo fundo de private equity Actis. O parque eólico será o primeiro equipado com as novas turbinas de 4.2 MW de potência da Vestas, totalizando 101 MW de capacidade instalada. Os equipamentos serão produzidos localmente e financiados pelo BNDES de acordo com as regras do Finame II.

“Com este novo contrato, a Vestas traz sua mais nova turbina para o Brasil, quebrando a barreira de 4 MW e acreditando que a sua chegada elevará a influência e a competitividade da Vestas a outro nível. Estamos muito orgulhosos da nossa aliança com a Echoenergia, uma empresa de energia em rápido crescimento que conta com uma excelente equipe ”, disse em nota Rogério Zampronha, diretor-presidente da Vestas para o Brasil e América Latina.

“A parceria com a Vestas reflete nossa eficiência operacional e torna evidente nosso objetivo para a mercado: queremos ser a maior e mais eficiente empresa de energia eólica do país. Nós teremos as maiores e mais potentes turbinas eólicas com V150-4,2 MW ”, afirma em nota Edgard Corrochano, presidente da Echoenergia

Com pás de 73,7 metros de comprimento e a torre de aço mais alta do setor, a V150-4,2 MW se mostra adequada para as condições de vento mais predominantes do país. As turbinas estão planejadas para serem entregues no primeiro quadrimestre de 2020, com o comissionamento previsto para o final do segundo quadrimestre do mesmo ano.

A produção local das novas turbinas representa um novo investimento da Vestas no país, mostrando que a companhia tem compromisso de longo prazo com o mercado brasileiro. Com o novo investimento, a Vestas segue apoiando o governo brasileiro nas iniciativas de promover a expansão das energias renováveis e tornar a matriz elétrica mais sustentável no país.

Fonte:

Geração eólica cresceu 17% e RN continua líder

Representatividade da fonte chega a 7% do total gerado no Sistema Interligado Nacional. Rio Grande do Norte segue liderando produção e capacidade instalada.

A geração de energia eólica em operação comercial no país cresceu 17,8% nos sete primeiros meses de 2018. A informação consta na última atualização do boletim InfoMercado mensal da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) e indica também que as usinas eólicas somaram 4.470 MW médios entregues entre janeiro e julho, frente aos 3.793,9 MW médios gerados em 2017.

A representatividade eólica em relação a toda energia gerada no período pelas usinas do Sistema alcançou 7% em 2018. A fonte hidráulica (incluindo as Pequenas Centrais Hidrelétricas) foi responsável por 74,5% do total e as usinas térmicas responderam por 18,1%.

A CCEE contabilizou 520 usinas eólicas em operação comercial no país, ao final de julho, somando 13.2 GW de capacidade instalada, incremento de 17% frente aos 11.3GW de capacidade das 446 unidades geradoras existentes em julho de 2017.

Análise por estado

Quanto a análise focada na geração por estado, o Rio Grande do Norte se mantém como maior produtor de energia eólica no Brasil, com 1.244,8 MW médios de energia entregues nos primeiros sete meses de 2018. Na sequência aparecem a Bahia com 1.094,8 MW médios produzidos, o Piauí com 576,9 MW médios, o Rio Grande do Sul com 569,9 MW médios e o Ceará, com 553,4 MW médios.

Dados levantados pelo Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE) confirmam ainda o estado do Rio Grande do Norte com a maior capacidade instalada, somando 3.592,25 MW. Em seguida aparecem Bahia, com 2.907,64 MW, Ceará com 2.249,06 MW, Rio Grande do Sul com 1.777,87 MW e Piauí, com 1.443,10 MW de capacidade.

“Estamos no período que o setor chama de ‘safra dos ventos’, que vai de junho a novembro, onde a produtividade é ainda maior. No Nordeste brasileiro a produtividade é cerca do dobro da média mundial, por isso podemos afirmar que temos os melhores ventos do mundo para a produção de energia eólica”, destacou o Presidente do CERNE, Jean-Paul Prates.

Fonte: CERNE Press com informações da CCEE

Usinas eólicas são liberadas para testes no RN

Usinas Dreen Cutia e Esperança do Nordeste foram contempladas pela liberação
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou a operação em teste da usina de geração eólica denominada Dreen Cutia, de acordo com despacho publicado na terça-feira, 4 de setembro, no Diário Oficial da União. A usina eólica teve 11 unidades geradoras de 2,1 megawatts (MW) contempladas pelo parecer da agência, somando 23,1 MW de potência liberada no município de Pedra Grande, no Rio Grande do Norte.
A Aneel também liberou os testes em 13 aerogeradores de 2,1 MW cada da usina Esperança do Nordeste, somando 27,3 MW de potência instalada em São Bento do Norte, no Estado.Fonte: Agência Canal Energia

RN lidera leilão de energia e arremata R$ 3,5 bi em projetos eolicos

Por Daniel Turíbio | Comunicação CERNE

Do total de 48 novos projetos eólicos inscritos no certame, 27 foram arrematados no estado. Serão adiciona

dos mais 743 MW de capacidade instalada com usinas em operação até 2024.

O Rio Grande do Norte liderou a contratação de projetos para produção de energia eólica, no 28º Leilão de Energia Nova A-6 de 2018 realizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) na última sexta-feira, 31 de agosto. Do total de 48 novos projetos inscritos no certame, 27 foram arrematados no estado. Eles totalizam mais 743 MW de capacidade instalada e deverão começar a operar em 2024.

Os projetos vendidos irão assegurar cerca de R$ 3,5 bilhões em investimentos no estado nos próximos 6 anos. “Desse montante, cerca de R$1,5 bilhão deverá ser injetado diretamente nas regiões produtoras”, disse o Presidente do Centro de Estratégias em recursos Naturais e Energia CERNE, Jean-Paul Prates.

A maior parte dos projetos estão na região do Mato Grande, onde se encontram a maior parte das usinas instaladas no estado e com melhores infraestruturas. O projeto com maior fator de capacidade (67,5%) será instalado no município de Riachuelo. A usina Ventos de Santa Martina, desenvolvido pela empresa Casa dos Ventos, terá turbinas da fabricante global Vestas.

Os estados com os empreendimentos contratados foram o Rio Grande do Norte (27 usinas), a Bahia (21 usinas), o Paraná (5 usinas), São Paulo (2 usinas), Minas Gerais (2 usinas), além de Goiás, Mato Grosso, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Maranhão com uma usina em cada estado.

O certame negociou Contratos de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado na modalidade por quantidade (hidrelétricas – suprimento de 30 anos e eólicas – suprimento de 20 anos) e por disponibilidade (biomassa, carvão e gás natural – suprimento de 25 anos).
O leilão movimentou, ao todo, R$ 23,6 bilhões em contratos. O preço médio ao final das negociações foi de R$ 140,87 por MWh, com deságio de 46,89% em relação aos preços-tetos estabelecidos, representando uma economia de R$ 20,9 bilhões para os consumidores de energia.

Ao final das negociações, foram contratados 62 empreendimentos de geração, sendo 11 hidrelétricas, 48 usinas eólicas, 2 usinas térmicas movidas a biomassa e uma térmica a gás natural , o que soma 835 MW médios de energia contratada.

Leilões de energia: como funciona

Os leilões são a principal forma de contratação de energia no Brasil. Por meio desse mecanismo, concessionárias, permissionárias e autorizadas de serviço público de distribuição de energia elétrica do Sistema Interligado Nacional (SIN) garantem o atendimento à totalidade de seu mercado no Ambiente de Contratação Regulada (ACR). Quem realiza os leilões de energia elétrica é a CCEE, por delegação da Aneel.

O critério de menor tarifa é utilizado para definir os vencedores do certame, visando a eficiência na contratação de energia.

O leilão de energia nova, realizado na semana passada, tem como finalidade atender ao aumento de carga das distribuidoras. Neste caso são vendidas e contratadas energia de usinas que ainda serão construídas.

Eólicas no RN (atualizado com os resultados do Leilão de A-6 de 31/08/2018)

– 138 parques eólicos em operação comercial, somando 3,72 GW em potência instalada.
– 15 parques eólicos em construção, somando 366,10 MW em potência instalada.
– 45 parques eólicos contratados, somando 1,187 GW em potência instalada.

Ranking dos maiores produtores eólicos:

1° Rio Grande do Norte (3,7GW)
2° Bahia (2,5GW)
3° Ceará (1,9GW)
4 ° Rio Grande do Sul (1,8GW)