Foto: Julio Jacobina/DP

Pernambuco concede incentivo fiscal para eólicas

A partir de 1º de março, toda a cadeia de produção, montagem e fornecimento de componentes da indústria de torres e aerogeradores de energia eólica passa a receber benefício fiscal do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Ontem, o governo de Pernambuco publicou um decreto que corrige uma distorção que fazia a indústria comprar direto do exterior em vez de adquirir de fornecedores locais. A equalização entre as etapas desonera toda a cadeia e busca, além de favorecer as empresas que operam no estado, atrair novos investimentos a partir dessa nova condição.

De acordo com o diretor de controle e acompanhamento de benefícios fiscais da Secretaria da Fazenda de Pernambuco, José Cruz, o ajuste na legislação vai neutralizar a inflação do produto local, que se tornava desinteressante. “O que ocorre é que o ICMS é cobrado na importação, independentemente se quem compra vai usar na produção ou vai revender de forma direta ou depois de transformar. O problema é que quem compra para revender para a indústria ou está de alguma forma no meio da cadeia não consegue transferir o tributo porque a operação interna é desonerada”, explica.

A solução de quem atua no mercado interno, segundo o diretor, é aplicar o custo do tributo no preço de revenda. “Quando uma indústria importa de uma unidade no Canadá ou nos Estados Unidos, por exemplo, paga o tributo e recebe o produto. Já comprar daqui reúne os custos do próprio insumo, da empresa e o tributo embutido no preço. Fica pouco atraente na concorrência com o produto importado direto”, detalha. “A publicação do decreto pode promover a chegada de empresas interessadas em produzir aqui, além de estimular negócios estrangeiros em operação no estado a trazerem as unidades para produzir localmente em vez de importar”, complementa. O diretor acredita, também, que o fornecimento local representa ganhos logísticos e que impactam diretamente nos custos. “Reduz a necessidade de manter estoques de segurança ou a perda de tempo na espera pela chegada de uma peça em falta no processo produtivo”, detalha.

A energia produzida com a força dos ventos é a que apresenta o maior crescimento no país e Pernambuco foi um dos estados que “acordou” nos últimos anos. No ano passado, foram inauguradas mais de 100 usinas eólicas no país, com investimentos de R$ 19,2 bilhões. Atualmente, segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeolica), existem 349 usinas eólicas instaladas no Brasil, a maioria na região Nordeste. Além disso, 70% dos equipamentos utilizados na geração de energia eólica no Brasil são produzidos no país.

Fonte: Diario de Pernambuco | André Clemente

Foto: pedesenvolvimento.com

Eólica alcança 9 GW de capacidade instalada no Brasil

A energia eólica acaba de alcançar neste mês de fevereiro a marca de 9 GW instalados no Brasil. A presidente executiva da Associação Brasileira de Energia Eólica, Elbia Gannoum, disse que o potencial corresponde, em termos de geração efetiva, a uma Belo Monte. A fonte vem participando com êxito desde 2009 dos leilões promovidos pelo governo e conseguiu estruturar no país uma cadeia produtiva que agrega os principais fabricantes de aerogeradores.

Segundo a ABEEólica, já foram gerados mais de 40 mil postos de trabalho e os investimentos são superiores a R$ 15 bilhões por ano, nos último dois anos. Com este ritmo de crescimento e tendo em vista os contratos assinados, resultantes dos leilões, serão instalados mais de 10 GW de potência nos próximos três ou quatro anos, permitindo que em 2020 a energia eólica chegue a 20 GW de capacidade total, representando mais de 10% da matriz elétrica nacional.

Fonte: Da Agência CanalEnergia, Planejamento e Expansão

(Foto: Dreamstime)

Brasil aposta em novas fontes renováveis

As chamadas novas fontes renováveis de energia, formadas por usinas eólicas, solares e de biomassa, foram as que mais cresceram nos últimos anos no Brasil. Entre 2005 e 2014, a produção desse tipo de energia aumentou 146%, enquanto as hídricas avançaram 10%; o petróleo, 38%; e o gás natural, 80%, segundo o Balanço Energético Nacional 2015 (BEN).

Embora ainda tenham uma participação pequena na matriz energética, elas vão reforçar as medidas do governo para que o País consiga atingir as metas de redução das emissões de gases do efeito estufa definidas na 21.ª Conferência do Clima (COP 21), ocorrida em dezembro, em Paris. O objetivo do Brasil é reduzir as emissões em 37% até 2025 e em 43% até 2030.

Para isso, o governo pretende elevar a participação das novas fontes renováveis de 9%, em 2014, para 24% da produção de energia elétrica do País até 2030, diz o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim. “Hoje, a média dessas novas energias renováveis na matriz mundial está em torno de 6%. É claro que alguns países têm participação maior, como a Alemanha (13,4%).”

Na opinião de Tolmasquim, o Brasil vai continuar mantendo sua posição de liderança na produção de energia limpa nos próximos anos. E isso deve ocorrer a despeito da queda dos preços do petróleo e mesmo com a perspectiva de que o barril não volte aos patamares de US$ 100.

O País tem uma matriz energética invejável comparada ao resto do mundo. Pelos dados do Balanço Energético Nacional, cerca de 40% da oferta interna de energia vem de fontes renováveis – que incluem a energia hidrelétrica e o etanol – e 60% de combustíveis fósseis. No mundo, a média de uso de energia limpa era de apenas 13,8% em 2013, último dado da Agência Internacional de Energia.

Os números brasileiros já foram melhores. Em 2009, por exemplo, 46,8% da oferta de energia no País era renovável. Tolmasquim explica que a queda é reflexo da crise hídrica que assolou o País nos últimos anos e exigiu a produção de energia elétrica de óleo combustível e diesel. “O Brasil é privilegiado. Tem água em abundância, vento forte e sol o ano todo”, afirma o diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), Adriano Pires.

Segundo ele, a energia eólica e a solar vão crescer muito nos próximos anos e exigir estudos avançados em novas tecnologias. Como são fontes intermitentes, que estão sujeitas às intempéries da natureza, elas não conseguem garantir um volume de produção o tempo todo. Por isso, o mundo vem apostando em estudos para o desenvolvimento de baterias que consigam armazenar a energia produzida por essas novas fontes renováveis.

“Algumas empresas têm estudos aprofundados. Mas, por enquanto, elas são muito caras”, destaca o presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), José Goldemberg, um dos principais cientistas brasileiros especializados em energia. Ele explica que as baterias são as mesmas que são usadas para os carros elétricos, mas com mais capacidade. “Para se ter uma ideia do custo, as baterias usadas nos carros custam mais de US$ 20 mil, quase metade do valor do carro.”

Na avaliação dele, enquanto essas inovações continuam no papel, o Brasil deveria voltar a investir nas hidrelétricas com reservatórios, que acumulam água e, portanto, armazenam energia. Como os novos potenciais hidrelétricos estão localizados na Amazônia, a pressão ambiental em cima das hidrelétricas tem tornado inviável a construção de usinas com represas. Isso diminuiu a capacidade de armazenamento de água e deixou o País mais vulnerável às condições climáticas.

Na opinião de especialistas, as usinas eólicas devem ser usadas como complemento. No período de seca no Sudeste, as eólicas produzem mais no Nordeste. Mas é preciso ter usinas de reserva para o caso de o vento diminuir e reduzir a geração de energia.

Enquanto persistem as discussões sobre como armazenar a energia, a eólica continua tendo forte expansão e tem recebido vultosos investimentos. Foram R$ 22 bilhões em 2015 e, para este ano, a expectativa é aplicar outros R$ 25 bilhões. Segundo a presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica, Elbia Gannoum, em 2015 o setor cresceu 35% comparado com 2014 e colocou o País na 10.ª posição no ranking dos maiores produtores do mundo.

Solar

A energia solar está num estágio atrás da eólica, mas tem atraído investidores. Com a realização de leilões específicos para a fonte, o Brasil conseguiu dar o pontapé inicial na ampliação da fonte renovável, que ainda é incipiente – em 2014, o País tinha apenas 15 megawatt (MW) de energia solar instalada. Nos leilões, entretanto, foram contratados mais de 2,5 mil MW.

Maurício Tolmasquim diz que o planejamento da matriz energética brasileira inclui ainda a ampliação da produção de etanol. Apesar da crise que abalou o setor e fechou várias usinas, ele diz que a previsão é ampliar a fatia do produto de 38% para 49% entre os combustíveis até 2030.

Além das renováveis, uma fonte fóssil, mas menos poluente que o petróleo, deve ganhar espaço na matriz energética mundial, diz Pires. Para ele, o gás natural será o combustível da transição de uma economia suja para uma mais limpa.

Fonte: O Estado de São Paulo

Foto: www.mme.gov.br

Eólica Boa Esperança I é enquadrada no Reidi

A Central Geradora Eólica Boa Esperança I, da Gestamp Eólica, foi enquadrada no Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura. A portaria do Ministério de Minas e Energia foi publicado na edição dessa sexta-feira, 12 de fevereiro, do Diário Oficial da União. Localizado no município de Jardim de Angicos, no Rio Grande do Norte, o projeto é composto por 14 unidades de geração com um total de 28 MW de capacidade instalada. O investimento estimado sem a incidência de PIS/Pasep e Cofins é de R$ 175,881 milhões.

Fonte: Agência CanalEnergia, Negócios e Empresas

Foto: rnconcursos.com.br

Diretores do Cerne visitam IFRN para futura parceria

O Campus EaD do IFRN recebeu, da última quinta feira, 04, a visita de dois diretores técnicos do Centro de Estratégias em Recursos Naturais & Energia (Cerne), para conhecimento da infraestrutura de um prédio de educação a distância. O encontro faz parte de um convênio entre as duas instituições, para oferta de variados cursos.

“A partir do segundo trimestre desse ano, pretendemos ofertar os cursos na área das energias renováveis, mas não impede que no futuro ofertemos cursos como edificações renováveis e impressões 3D para utilização em energia”, disse Olavo Bueno Oliveira, diretor técnico da Cerne.

Na visita, também estiveram presentes o outro diretor técnico de meio ambiente e sustentabilidade da Cerne, Hugo Alexandre, o professor do IFRN Augusto Fialho, responsável pelo contato da parceria, o engenheiro eletricista do IFRN, Franclin Róbias da Silva, além do Diretor Geral do Campus EaD, Wagner de Oliveira, e o coordenador de tecnologias de informação e comunicação do Campus, Fabiano Faustino.

Fonte: IFRN/ Campus EaD

Foto: naturezaesustentabilidade.wordpress.com

Energia eólica mundial atinge recorde de 435 GW em 2015

De acordo com dados preliminares divulgados ontem (10) pela Associação Mundial de Energia Eólica (WWEA, em inglês), o mundo tem visto um novo recorde em novas instalações eólicas com o acréscimo de 63.690 MW em 2015. A capacidade total de energia produzida pelos ventos em todo o mundo chegou a 435 GW.

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A taxa de crescimento global de 17,2% foi maior do que em 2014 (16,4%). Entre os 15 principais mercados, Brasil, Polônia, China e Turquia foram os países mais dinâmicos e com taxas de crescimento mais fortes.

A China tem se destacado como líder mundial de energia eólica, somando novos 33 GW de capacidade. Isto representa uma quota de 51,8% do mercado.

Alemanha, na expectativa de mudanças na legislação, instalou 4,9 GW. A energia eólica contribuiu com um novo recorde de 13% da demanda energética do país em 2015.

Há um ano, o Brasil foi o quarto maior mercado para novos aerogeradores com um volume de 2,8 GW. O país é considerado o líder de mercado em energia eólica da América Latina.

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Fonte: CERNE Press com informações da WWEA

Foto: exame.abril.com.br

CPFL Energia investe R$ 59,8 milhões em eficiência energética em 2015

A CPFL Energia investiu no ano passado R$ 59,8 milhões em eficiência energética nos 571 municípios atendidos pelas oito concessionárias do grupo nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul, conforme aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica. Os projetos do programa proporcionaram uma economia de 33,87 mil MWh, energia suficiente para abastecer, aproximadamente, 14 mil clientes residenciais com consumo médio de 200 KWh mensais, pelo período de um mês. A iniciativa também evitou a emissão de 3,340 mil toneladas de CO2. Essa quantidade de dióxido de carbono representa o mesmo que o plantio de 20,040 mil novas árvores.
Além de reduzir a conta de luz dos consumidores contemplados, o investimento também ampliou a oferta de energia na área de concessão da CPFL Energia, beneficiando todos os clientes atendidos pelas distribuidoras do Grupo. “Os recursos do programa de eficiência energética provêm do valor arrecadado nas contas de energia elétrica. Essa verba volta para a sociedade por meio de projetos que buscam tornar mais consciente a relação das pessoas com a energia elétrica, fazendo com que os recursos sejam utilizados com responsabilidade”, afirma Luiz Carlos Lopes Júnior, Gerente de Eficiência Energética da CPFL Energia.
Do valor total de R$ 59,8 milhões, a CPFL Paulista correspondeu por R$ 32,037 milhões, alcançando uma economia de 17,298 mil MWh em 2015. A CPFL Piratininga investiu R$ 13,158 milhões, com economia de 7,818 mil MWh. A RGE (RS), por sua vez, destinou R$ 11,346 milhões aos projetos de eficiência energética, atingindo uma redução de 5,152 mil MWh. A CPFL Santa Cruz aplicou R$ 1,577 milhão, com economia de 1,729 mil MWh, e a CPFL Jaguariúna (Jaguari, Sul Paulista, Leste Paulista e Mococa) aplicou R$ 1,775 milhão, alcançando uma economia de 1,872 mil MWh.
Do total investido, merecem destaque os realizados em comunidades de baixo poder aquisitivo, que somaram aproximadamente R$ 40 milhões e beneficiaram em torno de 70 mil clientes em áreas carentes. Dentre as ações realizadas nestes locais estão: a substituição de 8,412 mil geladeiras e 7,376 mil chuveiros por modelos novos e mais eficientes; a regularização de 1,503 mil ligações clandestinas; a doação de padrões internos de energia, o chamado “postinho”; e a troca de 134,754 mil lâmpadas por modelos LED. Outros R$ 7 milhões foram utilizados para melhorar a eficiência energética de prédios públicos e empresas de serviço público (como água e esgoto), hospitais, entidades filantrópicas e escolas públicas, com doação de lâmpadas e a substituição de iluminação por sistemas eficientes de LED.
As iniciativas educacionais, que ajudaram a formar consumidores mais conscientes da importância de se economizar energia, receberam verba de R$ 5 milhões, beneficiando quase 24 mil alunos em 235 escolas de 87 cidades; e as indústrias receberam R$ 1,8 milhão de incentivo, em projetos e equipamentos, para se tornarem mais eficientes. Para promover o consumo consciente e eficiente de energia elétrica, a empresa realizou também eventos nos municípios de suas áreas de concessão, com atividades lúdicas e educativas para a população.
Fonte:  Da Agência CanalEnergia, Investimentos e Finanças
Foto: jornaldiadia.com.br

Renova Energia anuncia aumento de capital de R$ 731,2 milhões

A Renova enviou comunicado ao mercado nesta quarta-feira, 3 de fevereiro, anunciando que reunião do conselho de administração aprovou aumento de capital no valor de até R$ 731.247.640,38 mediante a emissão de até 81.587.997 de novas ações ordinárias e de até 28.208.946 de novas ações preferenciais, nominativas, escriturais e sem valor nominal, pelo preço de emissão por ação ordinária ou preferencial de R$6,66 e de R$19,98 por Unit.

No comunicado, a Renova diz que o aumento de capital vai servir para reforçar o caixa da empresa e implantar projetos já em construção e em desenvolvimento, além de honrar despesas e dívidas da holding. A operação será feita dentro do limite de capital autorizado e as novas ações serão iguais as ordinárias e preferenciais já existentes. Os atuais acionistas terão preferência no aumento de capital na proporção das suas participações.

De acordo com a Renova, esse aumento de capital é uma das ferramentas usadas para a continuidade do plano de negócios da empresa após a desistência da segunda fase da transação com a Terraform Global. O novo plano de negócios quer redimensionar os investimentos futuros e ajustá-los los às condições atuais do mercado, devido ao cenário econômico mais difícil. A empresa alega que vem atuando em várias frentes para executar o novo plano, já tendo feito mudanças na sua diretoria, renegociado dívidas e reestruturado o quadro de funcionários.
Fonte: Pedro Aurélio Teixeira, da Agência CanalEnergia, Negócios e Empresas

Foto: www.piaui.pi.gov.br

Piauí desponta para a energia eólica

A produção eólica do Piauí se destaca no cenário energético brasileiro e os bons números mostram um futuro promissor. Segundo dados do departamento de pesquisa do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE), o Estado é o 5º colocado no ranking de capacidade em produção eólica em todo o país. São 24 parques eólicos em funcionamento com capacidade para gerar 676,20 MW de energia. Esse valor corresponde a 8,25% de toda potência instalada e em operação no território nacional.

Para 2016, o Piauí deverá atingir novos patamares entre os principais polos geradores de energia eólica. Mais 18 novas usinas entrarão em funcionamento até o final deste ano. Os empreendimentos, ainda fase de construção, deverão produzir 521,70 MW de energia. Além disso, o Estado conta com mais 394,7 MW de capacidade contratada em 16 projetos que venceram os leilões de energia do Governo Federal e serão construídos nos próximos 3 a 5 anos.

Atualmente, 377 turbinas eólicas estão instaladas e em operação comercial em todo o território piauiense. Desse total, 213 são da fabricante GE Wind, 144 da empresa espanhola Gamesa, e 20 da ENERCON.

Os investimentos em energia eólica impulsionam cada vez mais o desenvolvimento econômico da região. Um exemplo disso é Complexo Eólico Chapada do Piauí, inaugurado em janeiro deste ano na cidade de Simões, região Sudeste do Estado. O empreendimento tem uma capacidade instalada total de 437 MW e potencial para fornecer energia para mais de 1 milhão de residências. O complexo recebeu R$1,5 bilhões de reais em investimentos e, durante a construção, gerou três mil empregos diretos.

A atividade eólica também traz desenvolvimento econômico para as cidades onde os parques estão instalados. Pequenos proprietários são beneficiados com a regularização fundiária e lucram com a renda extra proporcionada via arrendamento de terras. E os setores do comércio e de serviços também ganham com o aumento da circulação de moeda gerado. De acordo com informações do Governo do Piauí, para cada geração de emprego direto, outros três indiretos são criados.

Fonte: CERNE Press

Foto: tonymacedo.blogspot.com

RN amplia capacidade instalada de geração de energia em 150 mil kW

Cinco usinas eólicas situadas no município de Bodó (RN) receberam autorização para dar início às operações comerciais a partir do dia 30 de janeiro de 2016. A permissão, concedida pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), prevê adição de 150 mil kilowatts (kW) de capacidade instalada ao Sistema Interligado Nacional (SIN).

A autorização foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (01). As estações geradoras autorizadas pela Aneel à operação comercial pertencem ao complexo eólico Calango. Cada usina recebeu autorização para operar 15 unidades geradoras, com 2 mil kW cada, totalizando 30 mil kW.

Piauí

Em 31 de janeiro, a usina eólica Ventos de Santa Joana VII, situada no município de Simões (PI), também recebeu permissão para iniciar operação comercial. A usina adicionará mais 28,9 mil kW de capacidade de geração ao sistema elétrico.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério de Minas e Energia