190a74fc01b64e3daf4972ae68cc0895

Eólica da CPFL Renováveis é enquadrada no Reidi

O Ministério de Minas e Energia aprovou o enquadramento do projeto eólico Pedra Cheirosa, de propriedade da CPFL Renováveis, no Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura – Reidi. O parque no Ceará terá 13 aerogeradores de 2MW cada, totalizando 26 MW de capacidade instalada.

O sistema de transmissão de interesse restrito será constituído de uma subestação elevadora (34,5/230 kV) junto à usina, e uma linha de transmissão em 230 kV, com cerca de 130 quilômetros de extensão, circuito simples, interligando a subestação elevadora à subestação Sobral III, de propriedade da Chesf.

A informação está publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira, 15 de dezembro. Os investimentos sem os encargos PIS/Cofins são de R$ 123,686 milhões e as obras irão de 1º de abril de 2016 até 1º de setembro de 2017.

Fonte: Da Agência CanalEnergia, Regulação e Política

Iniciativa equivale à metade do que a hidrelétrica de Itaipu gera anualmente

Projeto prevê investimento privado de R$ 100 bi em energia solar até 2030

O Ministério de Minas e Energia (MME) lançou, nesta terça-feira (15), um plano de estímulo para atrair R$ 100 bilhões em investimentos privados para a geração de energia solar até 2030. A meta do Programa de Desenvolvimento da Geração Distribuída de Energia Elétrica (ProGD) é incentivar 2,7 milhões de casas, comércios, indústrias e unidades agrícolas a instalarem painéis solares para gerar48 milhões de megawatts/hora (MWh) por ano. Isso equivale à metade do que a usina hidrelétrica de Itaipu gera anualmente.

O investimento na estrutura necessária para cada MWh solar deve gerar de 25 a 30 empregos. “Estamos propondo um avanço importantíssimo e ousado de cobrir 1 milhão de telhados por ano com painéis fotovoltaicos”, afirmou o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga.

Iniciativa equivale à metade do que a hidrelétrica de Itaipu gera anualmente

Iniciativa equivale à metade do que a hidrelétrica de Itaipu gera anualmente

O plano prevê que, com essa iniciativa, o Brasil poderá deixar de emitir ao ano 29 milhões de toneladas de gás carbônico (CO²), o principal causador do aquecimento global. Com isso, o País deve cumprir parte do objetivo de reduzir em 43% as emissões brasileiras, conforme acordo assumido na 21ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP21), realizada na semana passada, em Paris.

O governo dará incentivos para atrair investimentos ao setor. Entre eles, a isenção de ICMS sobre a energia gerada em pequenas instalações solares de residências. A isenção foi aprovada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e já tem adesão de seis Estados (Ceará, Goiás, Rio Grande do Norte, Tocantins, São Paulo e Pernambuco).

As residências que produzirem energia solar também vão gerar crédito para pagar a conta de luz quando houver excedente. “Acreditamos que os objetivos do plano só serão alcançados se tivermos o apoio de todas as distribuidoras e comercializadoras de energia”, observou Braga.

Está em estudo a possibilidade de a energia excedente do consumidor doméstico e de menor porte ser revendida no mercado livre, o que pode representar renda adicional para as famílias.

O governo também irá reduzir de 14% para 2% alíquota do Imposto de Importação incidente sobre bens de capital e equipamentos usados na geração solar. O objetivo é que isso estimule o desenvolvimento acelerado da indústria solar no País, como ocorre com a eólica. “Se nós estamos falando de um ano no PIB e na macroeconomia, nós estamos testemunhando o início de um novo case energético e macroeconômico, como tem sido o sucesso da geração eólica”, observou o ministro.

Braga disse que o programa lançado nesta terça-feira pode criar novas atividades econômica no País. “Se você tem uma propriedade, uma grande área, você pode atrair uma comercializadora, que pode propor um empreendimento para que ela compre energia. Ou seja, ao invés de ter um custo de geração de energia, você pode ter um ativo. Essa é uma atividade nova na economia brasileira”, afirmou.

Inovação

O ProGD prevê a instalação de painéis solares flutuantes nos reservatórios das usinas hidrelétricas de Balbina, no Amazonas, e em Sobradinho, na Bahia. Serão investidos R$ 100 milhões nesses projetos, que serão desenvolvidos pela Eletronorte e Cesf entre 2016 e 2019.

De acordo com Braga, o objetivo do projeto é calcular “impacto na medição de evaporação dos lagos das hidrelétricas”, ou seja, como a cobertura dos reservatórios pode afetar a geração de chuvas. Caso o impacto seja positivo, as hidrelétricas poderão também gerar energia solar.

Outro projeto piloto será a instalação de painéis no próprio Ministério de Minas e Energia. Para isso, será utilizado equipamento de R$ 500 mil doado pela Associação Brasileira de Energia Solar (Absolar). Serão 256 módulos com capacidade para gerar 56 kWp (de Watt-pico), o que deve reduzir em R$ 70 mil por ano na conta de luz do ministério.

Já o BNDES deve criar novas linhas de crédito e ampliar as já existentes para que universidades, escolas técnicas federais e hospitais adotem a tecnologia solar.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério de Minas e Energia

IMG_9116

FEERN 2015 encerra com definição de desafios para 2016

Energias renováveis, capacitação profissional e inovação tecnológica foram os principais temas debatidos na tarde desta segunda-feira (14), durante a terceira edição do Fórum Estadual de Energia do RN. Autoridades e especialistas estiveram reunidos no auditório da Assembleia Legislativa do Estado para apresentar ao público um panorama atualizado do setor energético e as perspectivas para qualificação de mão de obra e mercado.

IMG_9114Energia Eólica
Mediado pelo Diretor presidente do CERNE e Presidente do SEERN, Jean-Paul Prates,  o debate tratou da consolidação e dos avanços necessários ao segmento para que o RN mantenha a liderança nacional.  O diretor técnico da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), Sandro Yamamoto, destacou a grande competitividade da fonte no Brasil. “A indústria dos ventos movimenta anualmente em torno de R$ 12 a R$ 18 bilhões de reais e projeta, até 2019, um crescimento de 250% , com a geração de 200 mil novos postos de trabalho”, disse Yamamoto, ressaltando ainda que a participação da fonte eólica na matriz elétrica brasileira, que hoje corresponde a 5%,  deve dobrar nos próximos cinco anos.
A infraestrutura de transmissão de energia foi o tema abordado pelo Gerente Executivo do Operador Nacional do Sistema (ONS), Saulo Cisneiros. Ele relatou as dificuldades enfrentadas pela falta de linhas de transmissão, problema vivenciado principalmente pelos parques eólicos. Cisneiros apontou alternativas como, por exemplo, a antecipação do planejamento, com a implantação de novas linhas de transmissão em áreas de alto potencial de instalação de parques eólicos, além da simplificação do processo de licenciamento ambiental.
O vice presidente do Sistema FIERN, Sergio Azevedo, falou sobre os  desafios da construção, operação e manutenção de parque eólicos no Rio Grande do Norte e destacou medidas socio ambientais como principais beneficios para a expansão do setor e o desenvolvimento econômico das comunidades que margeiam os empreendimentos.  E o coordenador de gestão de dados e estatísticas do CERNE, João Agra, mostrou o panorama eólico no Estado e apresentou dados estatísticos atualizados. Atualmente, o RN é líder no número de aerogerIMG_9116adores com 1.257 turbinas eólicas em funcionamento, sendo a maior parte, 371 (29,5%), da fabricante GE. Hoje o Estado conta com 87 parques eólicos em operação e tem 81,6% da matriz elétrica potiguar formada por energia eólica, sendo esta a maior participação em todo o país.

Capacitação e inovação
A professora da Universidade Potiguar (UnP) Ana Katarina Galvão, destacou o mercado profissional voltado para as energias renováveis e apresentou dados de uma pesquisa mostrando que as profissões envolvendo as novas engenharias terão um futuro promissor no setor energético.  Já o diretor de tecnologias do CT-Gas ER, Pedro Neto Nogueira, ressaltou o investimento do Centro em ações profissionalizantes que buscam atender à demanda das empresas, principalmente de energias renováveis, por mão de obra qualificada.  Para o reitor do IFRN, Belchior Neto, “é preciso unir forças para impulsionar a capacitação profissional e atender a esse mercado promissor”.   Representada pelo professor Graco Vianna, a UFRN trouxe para o FEERN 2015 uma apresentação sobre o  o cultivo de microalgas para a geração de combustíveis. As microalgas são consideradas uma das alternativas sustentáveis mais promissoras da atualidade.

Cosern
O convidado especial,  Diretor presidente da COSERN Luiz Antonio Ciarlini, mostrou em gráficos e tabelas o cenário da distribuição e do consumo de energia elétrica no RN.  Ciarlini também falou sobre a estrutura da empresa e explicou o panorama previsto para os próximos anos.

IMG_9117Energia solar 
Destaque para  o presidente da Associação Brasileira de Energia Solar (ABSOLAR) Rodrigo Sauaia, que  mostrou o crescimento do setor fotovoltaico no país. “A instalação de sistemas fotovoltaicos cresceu 80% no primeiro semestre de 2015, passando de 350 para 650 instalações no Brasil. A expectativa do setor é que até o final do ano o segmento atinja um incremento de aproximadamente 300%”, enfatizou Sauaia.  No RN,  a maior procura é para uso no comércio e na indústria, entretanto um dos maiores desafios, segundo Sauaia, é tornar esses investimentos em mini e micro geração viáveis e atrativos. Uma das soluções apontadas são os incentivos fiscais, entre eles a desoneração do ICMS.  A atratividade da energia solar fotovoltaica em projetos residenciais e industriais também foi tema da apresentação de Josemberg Rocha Jr da Enerwind Engenharia. Rocha Jr. demonstrou com gráficos a evolução econômico-financeira de um projeto solar fotovoltaico e de que forma os créditos retornam para o consumidor.

parque-eolico-2

Liberação para operação comercial prossegue nos parques da Voltalia

Fonte: CERNE Press

A Agência Nacional e Energia Elétrica (ANEEL), liberou para entrada em operação comercial nesta quinta-feira (10/12), os seguintes aerogeradores de três parques eólicos listados abaixo:

Parque eólico Caiçara I – UG1 de 3MW

Parque eólico Junco I – UG1, UG2 e UG7 = 9MW

Parque eólico Junco II – UG2 e UG6 = 6MW

Há dois dias, a ANEEL já tinha liberado 45 MW de potência eólica instalada nos seguintes parques: Caiçara I, Caiçara II, Junco I e Junco II. Todos formam o Complexo Eólico Vamcruz. Os empreendimentos são de propriedade da empresa francesa Voltalia e estão instalados no município de Serra do Mel.

AF-01168-EMAIL

Mais 45 MW entram em operação comercial no RN

Fonte: CERNE Press

Nesta quarta-feira (09) entrou em operação comercial no estado do Rio Grande do Norte as respectivas quantidades de aerogeradores de quatro parques eólicos listados abaixo:

Parque Eólico Caiçara I:  3 aerogeradores, somando 9MW

Parque Eólico Caiçara II: 5 aerogeradores, somando 15MW

Parque Eólico Junco I: 3 aerogeradores, somando 9MW

Parque Eólico Junco II: 4 aerogeradores, somando 12MW

Ao total, são 45 MW de potência eólica instalada que agora somam-se aos outros 24MW que entraram em operação no último dia 05 de dezembro. O resultado alcança um total de 69 MW, dos 93 MW que formam o complexo Eólico Vamcruz.

O empreendimento é composto pelos parques Caiçara I, Caiçara II, Junco I e Junco II. Os parques estão situados no município de Serra do Mel e são de propriedade da francesa Voltalia.

parque da empresa Voltalia

Potência eólica instalada aumenta 24MW no RN

Fonte: CERNE Press com informações do Canal Energia
A Voltalia, em parceria com a Chesf e o grupo Encalso, colocou em funcionamento os primeiros aerogeradores no Complexo Eólico Vamcruz, no município de Serra do Mel (RN). Eles estão ligados ao sistema interligado nacional por meio de uma linha de transmissão de 62 km que se conecta na Subestação de Mossoró II. A entrada em operação comercial se deu na  sexta feira (05/12). Ao todo,  24 MW de potência eólica foram instalados.
Confira a configuração dessa nova entrada em operação:
  • Parque Eólico Caiçara I :  4 aerogeradores, somando  12 MW
  • Parque Eólico Junco I: 2 aerogeradores, somando 6 MW
  • Parque Eólico Junco II: 2 aerogeradores, somando 6 MW
A Voltalia já possui um complexo em Areia Branca (RN), com 90 MW de capacidade instalada, em operação comercial desde novembro de 2014; e outro complexo em São Miguel do Gostoso (RN), em parceria com a Copel, com capacidade instalada de 108 MW.
usina_eolica_cerro_chato

Dependente de hidrelétricas, Brasil quer mais energias renováveis

Fonte: Isabela Vieira | Agência Brasil

Para a conferência que discute o futuro do planeta, em Paris, a COP21, o Brasil leva a meta de aumentar de 28% para 33% até 2030 as fontes renováveis de energia, como eólica, solar, biomassa, entre elas o etanol, na matriz energética. A meta desconsidera as hidrelétricas que, embora sejam renováveis, causam impacto ambiental e social por causa das barragens.

A proposta tem o objetivo de reduzir o uso do carvão e de combustíveis derivados do petróleo, como o diesel, a gasolina e o querosene. Utilizados em aviões, caminhões, carros e nas usinas termelétricas – para geração de eletricidade –, são considerados vilões do efeito estufa, por liberar gás carbônico na atmosfera. Na 21ª Conferência das Parte da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que vai até 11 de dezembro, é esperado um acordo para diminuir os incentivos governamentais a esses combustíveis, os chamados subsídios.

De acordo com a organização não governamental (ONG) Greenpeace, a meta do Brasil de ampliar a oferta de energias renováveis, desconsiderando as hidrelétricas, é acertada, mas pouco ambiciosa. Para a ONG, o ritmo natural de crescimento dessas energias no país já é maior do que a meta do governo. “É uma lógica parecida com o compromisso pela redução do desmatamento, apresentam uma meta mais fácil de cumprir para depois dizer que superou”, diz o coordenador da Campanha Clima e Energia, Ricardo Baitelo.

Para o ativista, o governo considera que haverá um aumento da demanda de energia e, dentro desse aumento, se prepara para oferecer fontes renováveis, por exemplo. “Esse número do governo [de 28% para 33%] significa que o Brasil terá 3 mil megawatts por ano a mais em novas [energias] renováveis e acreditamos que o Brasil poderia ter 4 mil”, destacou.

Hoje o Brasil tem produzido energia elétrica de fato, principalmente por meio de usinas hidrelétricas. Junto com as fontes fósseis, as usinas são responsáveis por 83% do total da eletricidade gerada no país, bem mais que os 16% gerados pelas novas renováveis. Com a meta anunciada pelo governo, a previsão é que as fontes limpas em 2024 gerem 28% da eletricidade, sendo 3% solar, também chamada fotovoltaica, e 12% de energia eólica.

Segundo o Ministério de Minas e Energia, a eletricidade produzida pelo sol e pelos ventos era insignificante em 2004. Dez anos depois, por meio de financiamento estatal aliado à queda de preços dos equipamentos, a energia eólica chegou a 5% do total da eletricidade gerada em 2014, embora a energia fotovoltaica ainda estivesse engatinhando (0,02%).

Energia eólica

De acordo com a presidenta executiva da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), Elbia Gannoum, por ser uma fonte não poluente, a produção dessa energia é uma tendência mundial. No Brasil, com as condições naturais favoráveis, a vantagem é ainda maior.

“Segundo fabricantes de equipamentos, o Brasil tem o melhor vento do mundo para a produção de energia eólica”, afirmou Elbia. A produtividade por máquina no país, acrescentou, também está acima da média europeia e americana, o que favorece a redução de custos. Ela acredita que o país já tem experiência para ampliar a produção no setor.

Renováveis dependem de financiamento

Como a COP21 em Paris está no começo, o Greenpeace acha que é cedo para delinear acordos na área de energia. A entidade, que acompanha as negociações, conta que países têm discutido como aumentar a oferta, mas sem uma solução global. “Estamos vendo, pelo discurso dos chefes de Estado, que essa é uma preocupação acima da média, com a Índia liderando. A raiz do problema é como trazer investimentos para fazer a transição [para energia limpa]”, disse Baitelo.

Foto: Agência Brasil/Arquivo

Convite III FEERN - 14-12-2015

CERNE realiza III Fórum Estadual de Energia do Rio Grande do Norte

Fonte: CERNE Press

No próximo ​dia 14 de dezembro, Natal sedia a terceira edição do Fórum Estadual de Energia do Rio Grande do Norte (FEERN). O evento se consolida como um dos mais importantes do setor energético do estado e ​pretende reunir empresários, pesquisadores, profissionais técnicos e demais interessados para debater o panorama atual do mercado energético no RN. O fórum será realizado na Assembleia Legislativa do RN, em Cidade Alta.

O III FEERN também discutirá as atividades do setor que estão em curso, os desafios, investimentos e resultados obtidos em cada área, com o objetivo de apresentar ao público um balanço completo e exclusivo do mercado energético em 2015.

O público poderá conferir palestras ministradas por importantes autoridades e especialistas na área energética. Entre os temas abordados, destacam-se a revitalização do setor petrolífero, consolidação do RN como líder eólico, capacitação profissional, inovação em pesquisa e novas tecnologias, competitividade na área de energia solar e questões sobre geração distribuída.

O Fórum vai contar com a​s​ presença​s​ do presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo (IBP), Jorge Camargo, e da presidente executiva da Associação Brasileira de Energia Eólica, Élbia Gannoum. Também está prevista uma palestra especial sobre distribuição e consumo de energia elétrica no Rio Grande do Norte, ministrad​a pelo presidente da COSERN, Luiz Antonio Ciarlini.

O III Fórum Estadual de Energia do RN é uma realização do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE) e Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa do RN. O evento conta, entre outros, com o apoio do IBP, ABEEólica, SEBRAE-RN, Sindicato das Empresas do Setor Energético do RN (SEERN), CTGás-ER e Governo do Estado.

A programação completa com palestras, horários e outros detalhes estão disponíveis em www.feern.com.br.

AC_1336

Brasil é campeão em energia limpa

Fonte: Portal Brasil | Lucas Tolentino, enviado especial a Paris – Edição: Alethea Muniz

Especialistas reconheceram a eficiência das políticas brasileiras para frear o aquecimento global. Em evento paralelo da 21ª Conferência das Partes (COP 21), realizado na Embaixada do Brasil em Paris, gestores públicos e pesquisadores apontaram a renovação da matriz energética como uma das principais medidas para que o país atinja a meta de corte de emissões apresentada às Nações Unidas.

As fontes renováveis correspondem, hoje, a 78% da geração de energia do Brasil. O dado supera em mais de três vezes a média mundial, com apenas 20,3% de fontes renováveis e mais de 40% provenientes do carvão. “O Brasil já faz a diferença e pode fazer mais a partir de uma perspectiva de inovação tecnológica”, declarou a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. “É preciso um debate sobre essa questão na agenda climática.”

CRESCIMENTO

Levantamento apresentado no encontro mostrou que o Brasil está no caminho certo. Liderado pelo pesquisador Emílio La Rovere, da COPPE/UFRJ, o estudo analisou as implicações das ações brasileiras voltadas para o corte de emissões de carbono. “Com a adoção das políticas adequadas, a INDC (meta nacional) do Brasil pode contribuir para o crescimento econômico sustentável, o desenvolvimento social e a redução de emissões’, afirmou Emílio.

O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, ressaltou o desafio brasileiro de implantar a meta nacional de corte de emissões e, ao mesmo tempo, manter o crescimento econômico. “O país tem um enorme potencial em termos de bioenergia e deve investir nisso”, defendeu. “O planejamento de ações é a chave para que o país continue nessa posição de liderança”, acrescentou o diretor-geral da Eletrobrás Cepel, Albert Melo.

O debate faz parte dos Diálogos do Brasil na COP21 – Rumo à Implementação da INDC Brasileira, realizado de hoje ao dia 9 de dezembro na Embaixada do Brasil em Paris.

SAIBA MAIS

O efeito estufa é um fenômeno natural que tem sofrido alterações por conta de atividades humanas como o transporte e a geração de energia. Com isso, têm sido geradas as mudanças do clima. Para mudar esse cenário, diplomatas de 195 países estão reunidos até o fim da próxima semana, em Paris. O objetivo é chegar a um novo acordo global capaz de limitar o aumento da temperatura da Terra a até 2ºC.

IMG_5692

CERNE participa de capacitação de fiscais do CREA

Fonte: CERNE Press
O CERNE / SEERN participaram nesta terça-feira (01/12)  do XXV Seminário de Fiscalização, organizado pelo CREA-RN, com a participação de outros regionais.  Com o tema “Instalação de um parque eólico relacionada com as atividades de engenharia, desde a fundação até a geração”, o evento foi destinado aos agentes de fiscalização e demais setores do Conselho,  visando o aprimoramento do corpo de fiscais.
A demanda surgiu diante do crescimento do número de parques eólicos no RN e do grande número de profissionais e empresas de engenharia que são contratados para atuar nesse seguimento. A intenção é qualificar os agentes para que passem a desenvolver ações fiscalizatórias, com o objetivo de coibir o exercício ilegal da profissão e salvaguardar as modalidades envolvidas.
Diretor de tecnologia, pesquisa e inovação do CERNE, engenheiro Olavo Oliveira.

Diretor de tecnologia, pesquisa e inovação do CERNE, engenheiro Olavo Oliveira.

O Diretor de Tecnologia, Pesquisa e Inovação do CERNE, Olavo Oliveira, falou sobre a  história e a evolução do setor eólico, abordando também aspectos sobre a geração de energia. O Diretor de Sustentabilidade e Meio Ambiente do CERNE, Hugo Fonseca, falou sobre os aspectos ambientais dos empreendimentos. E o representante da empresa Cortez Engenharia, Lívio Sávio, abordou o cenário e personagens envolvidos na construção dos parques.

Representante da empresa Cortez Engenharia, Lívio Sávio.

Representante da empresa Cortez Engenharia, Lívio Sávio.

Fotos: Hugo Fonseca