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Leilão A-5 negocia 201,8 MW médios ao preço médio de R$ 198,59/ MWh

Após uma disputa de quase três horas chegou ao fim o 23º leilão de energia nova A-5 que negociou um total de 201,8 MW médios de energia que viabilizou a adição de 278,71 MW em capacidade instalada e 158,14 MW médios de garantia física. Segundo informações da agência Canal Energia, o preço médio geral do certame ficou em R$ 198,59 por MWh. O volume de energia negociado corresponde a um giro financeiro de R$ 9,772 bilhões.

A única UHE na disputa, Santa Branca (PR, 62 MW) foi negociada ao preço de R$ 150/MWh. O produto por quantidade da fonte PCH viabilizou 20 projetos o maior vencedor do certame em volume de empreendimentos. O preço médio do produto quantidade ficou em R$ 175,80/MWh.

Já nos produtos por disponibilidade, a fonte biomassa negociou sete empreendimentos e 815 lotes de 0,1 MW médio contratados. Nesse produto o preço médio ficou em R$ 235,95/MWh.  E ainda foi viabilizada uma térmica a gás natural com ciclo combinado de 5,54 MW de capacidade instalada e de propriedade da Oeste Canoas na região Norte com o preço venda no teto de R$ 258/MWh. A fonte eólica não negociou projetos.

Como esperado, houve baixa demanda com apenas sete distribuidoras comprando energia. A maior foi a Celesc-D com 13,562 milhões de MWh, seguida pela Amazonas Energia com 12,575 milhões de MWh. Participaram ainda a Boa Vista Energia, Ceal, Cepisa, Copel e ELFSM.

Segundo informações da agência Reuters, o resultado de projetos contratados no leilão de energia A-5 foi o menor desde 2009, quando a economia estava impactada por uma das piores crises financeiras globais.

Com a recessão econômica e a crise política, a baixa contratação ficou na metade inferior das previsões de analistas, que esperavam demanda nula ou de no máximo 800 megawatts médios na licitação.

A expectativa quanto ao certame era baixa devido à redução de consumo de eletricidade no Brasil, registrada desde o ano passado devido a uma forte elevação das tarifas e à recessão econômica.

Fonte: SEERN Press com informações da Agência CanalEnergia e Agência Reuters

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