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Steelcons, Celeos Redes e EDF entre os principais vencedores do leilão A-4

Canadian Solar se associou a três empreendedores para viabilizar 289,88 MW de capacidade. Kroma também vendeu energia solar no certame

A Steelcons foi uma das maiores vencedoras do leilão A-4 realizado nesta quarta-feira, 4 de abril. A empresa comercializou a energia do complexo solar Alex, formado por nove projetos, com 270 MW de potência (90 MWmed). O empreendimento deve receber R$ 900 milhões em investimentos e está localizado no município de Limoeiro do Norte (CE). A energia vendida é correspondente a 40% do montante de energia solar contratada no certame. A Safira Energia e o Banco do Brasil foram os assessores financeiros exclusivos da Steelcons nesse leilão, com a Melcheds Advogados atuando na assessoria legal.

A Celeos Rede Brasil comercializou a energia de seis parques solares no leilão. Localizados no Piauí, os projetos São João do Piauí tem capacidade instalada de 179,86 MW e 40,2 MWmed comercializados. As empresas Kroma e Êxito comercializaram os parques São Pedro e Paulo, em Pernambuco, com 66,90 MW.

A Canadian Solar está associada a 11 diferentes projetos, com 289,88 MW de capacidade, localizados em Minas Gerais e Ceará. A empresa está associada a Solatio em três projetos denominados Francisco Sa, 90 MW de capacidade, localizados em Minas. Com a CEI Solar, a Canadian está nos projetos Solar Jaíba, também em Minas Gerais, com 79,88 MW. E com a Lavras Geração de Energia Elétrica, a empresa tem cinco parques Lavras, localizados no Ceará, com 120 MW de capacidade. Não está claro inicialmente a proporção de participação de cada sócio nos projetos.

A EDF Energies Nouvelles comercializou os quatro projetos eólicos vencedores do certame. Os parques Ventos de São Januário, localizados na Bahia, tem capacidade de 114,4 MW e venderam 33,4 MW médios a um preço de R$ 67,60/MWh. Foram comercializadas ainda duas térmicas a biomassa de cana, uma no Espírito Santo e outra em Minas Gerais, somando 61,8 MW. Além de quatro pequenas hidrelétricas, duas PCHs, no Rio Grande do Sul, e duas CGHs, em Mato Grosso e Minas Gerais.

Fonte: Canal Energia

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