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BNDES libera R$674 mi para empreendimentos no Rio Grande do Norte

A elétrica paranaense Copel informou na última quarta-feira que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) liberou 674 milhões de reais em financiamentos acertados com a instituição de fomento para projetos da companhia.

Segundo a Copel, na primeira liberação de recursos dos financiamentos, foram autorizados 513 milhões de reais para a implantação do empreendimento Eólico Cutia, no Rio Grande do Norte, e 161 milhões de reais para a Usina Hidrelétrica Baixo Iguaçu.

O Eólico Cutia, cujo contrato é de 619,4 milhões de reais, é formado por 13 parques eólicos que totalizam 312,9 MW de capacidade instalada.

A Usina Hidrelétrica Baixo Iguaçu, construído pelo consórcio Empreendedor Baixo Iguaçu, com 30 por cento de participação da Copel, teve um total de financiamentos contratados de 194 milhões de reais.

O Baixo Iguaçu tem potência instalada de 350,2 MW e está localizado no Rio Iguaçu, entre os municípios de Capanema e de Capitão Leônidas Marques, e entre a UHE Governador José Richa e o Parque Nacional do Iguaçu, no Estado do Paraná.

Ambos contratos de financiamento preveem amortização em 192 parcelas (vencimento em 16 anos) e carência de seis meses.

Fonte: Reuters

Voltalia e Copel inauguram novo complexo eólico no Rio Grande do Norte

A Voltalia, grupo internacional produtor de energia a partir de fontes renováveis, em parceria com a Copel – Companhia Paranaense de Energia – inaugurou nesta quinta-feira, 19, o Complexo Eólico de São Miguel do Gostoso/ RN e a conexão com o Sistema Interligado Nacional (SIN) dos quatro parques que o compõem. Ao todo, são 36 aerogeradores de 3 MW cada, totalizando 108 MW de capacidade instalada e que já se encontra em operação comercial.

O Complexo Eólico de São Miguel do Gostoso tem potencial para produzir em torno de 520 GWh por ano, energia capaz de abastecer aproximadamente 270 mil famílias, além de preservar o meio ambiente à medida que reduz a emissão de gás carbônico em até 205.042 toneladas por ano.

São Miguel do Gostoso está apto a operar desde junho de 2015, época em que a construção do complexo foi finalizada. Deste então, o complexo recebe a receita total de remuneração, conforme previsto pelo leilão público, realizado em 2011. Agora, com a linha de conexão disponibilizada e o complexo ligado ao Sistema Interligado Nacional, a Voltalia atinge a marca de 429,30 MW em operação comercial no Brasil.

“A inauguração do Complexo Eólico de São Miguel do Gostoso/RN representa um grande estímulo aos nossos negócios e contribui não somente com geração de energia limpa, mas também com o abastecimento de uma região que vive constante deficit de geração de energia elétrica. Atingir a marca de 429,30 MW em operação no país reforça ainda mais a nossa ambição em ser um grupo com atuação significativa no pais na produção de energia apartir de fontes renováveis e que enxerga no Nordeste do país, em especial o estado do Rio Grande do Norte, uma região com um potencial enorme de desenvolvimento”, declarou Robert Klein, Diretor Geral da Voltalia Energia do Brasil.

“Para a Copel, é motivo de grande orgulho fazer parte deste projeto. Este complexo representa mais um passo decisivo para consolidar a geração de energia com fontes renováveis de forma eficiente. A Copel está alinhada à demanda de toda a população por fontes mais sustentáveis e baratas. Por isso, participamos de projetos como do Complexo de São Miguel do Gostoso, no Rio Grande do Norte, onde os ventos sopram com mais abundância, para diversificar a matriz energética e garantir retorno para os paranaenses”, disse o presidente da Copel, Antonio Guetter.

Números
520 GWh 
é a capacidade de geração de energia anual pelo novo parque eólico de São Miguel do Gostoso

O RN pode perder atratividade

Principal destino brasileiro dos investimentos da multinacional Voltalia, o Rio Grande do Norte ganhou, na semana passada, mais um complexo eólico administrado pela empresa. Os 36 aerogeradores instalados com capacidade de geração de energia em torno de 520 GWh por ano, estão fincados no entorno do município de São Miguel do Gostoso, no litoral Norte. Juntos, eles poderão  abastecer, aproximadamente, 270 mil famílias com energia elétrica.

A geração da energia está garantida. O escoamento, porém, poderá sofrer reveses caso o Governo Federal não amplie as linhas de transmissão existentes. Novos empreendimentos deverão chegar nos próximos anos, além dos que estão em construção, pois novos leilões ocorrerão ainda este ano. A expectativa, com o certame de energia renovável que será realizado em dezembro deste ano, é que a Voltalia amplie os investimentos no estado e passe a produzir energia fotovoltaica, a que aproveita o potencial da luz solar.

O country manager da companhia no Brasil, contudo, alerta para o risco do estado do Rio Grande do Norte perder atratividade em decorrência da limitação das linhas de transmissão de energia.

O que representa, para a Voltalia, a inauguração deste novo parque eólico?
A inauguração do Complexo Eólico de São Miguel do Gostoso, no norte do Rio Grande do Norte, representa um grande estímulo aos nossos negócios e contribui não somente com geração de energia limpa, mas também com o abastecimento de uma região que vive constante déficits de geração de energia elétrica. Atingir a marca de 429,30 MW em operação no país reforça ainda mais a nossa ambição em ser um grupo com atuação significativa no pais na produção de energia a partir de fontes renováveis e que enxerga no Nordeste do país, em especial o estado do Rio Grande do Norte, uma região com um potencial enorme de desenvolvimento.

Como a Voltalia atua na geração de energia no mundo?
A Voltalia é uma companhia internacional produtora de energia elétrica a partir de fontes renováveis (eólica, solar, hidroelétrica e biomassa) e que presta serviços a clientes terceirizados. A empresa está presente em 15 países espalhados pelos 4 continentes e é cotada na bolsa de valores Euronext Paris desde julho de 2014 (VLTSA).

Como se deu o processo de escolha do RN pela Voltalia? Quanto tempo essa prospecção demorou e quanto a empresa já investiu no estado?
O Brasil representa o maior mercado para a Voltalia em termos de investimentos e capacidade instalada. O Rio Grande do Norte é uma das melhores regiões para construir e operar um complexo eólico, devido à sua topografia e, claro, ao seu regime de vento extremamente favorável. Nossos investimentos no Brasil chegam à casa de R$ 2,5 bilhões e o Rio Grande do Norte é o principal destino desses investimentos, pois aqui estão localizados todos os nossos cinco complexos eólicos. Identificamos o potencial desta região já em 2007, quando ainda o setor eólico era incipiente no Brasil. Prospectamos áreas, firmamos contratos de arrendamento, medimos o vento. Desenvolvemos muitos projetos, sempre torcendo para que o governo desse a chance para esta fonte de energia limpa. Foi o que aconteceu com o primeiro leilão em 2009.

Quais foram as dificuldades (jurídicas, estruturais, ambientais) para instalação dos parques?
No geral, posso afirmar que a implementação do projeto foi um grande sucesso. Porém, tem que admitir que não faltaram dificuldades que apareceram ao longo do nosso caminho. Mas, com um trabalho sério, paciência, profissionalismo, perseverança e um pouco de sorte, conseguimos superá-las e chegar ao resultado que conhecemos.

A Voltalia pretende ampliar a participação na geração de energia via RN? De que forma? Quanto pretende investir no leilão programado para dezembro?
Sem dúvida. Trabalhamos e investimos há muitos anos para ampliar a nossa participação no RN, assim como em outros estados. Temos uma carteira importante de projetos que só espera ganhar um leilão para serem construídos. Temos diversos projetos eólicos e solares cadastrados no próximo leilão de dezembro, e como são extensões dos nossos parques já em operação, esperamos que sejam competitivos.

Além da energia eólica, a Voltalia tem planos de explorar energia solar no RN? A partir de quando e por qual município?
Sim, estamos construindo nosso primeiro parque solar no Brasil. Este parque integra o Projeto Híbrido que possuímos em Oiapoque (AP), onde ainda envolve geração de energia térmica e de uma PCH – Pequena Central Hidrelétrica -, cuja construção está prevista para se iniciar no segundo semestre de 2018. Um dos motivos de termos adquirido a Martifer Solar no ano passado foi diversificar nosso portfólio e sermos mais atuantes em energia solar no mercado brasileiro.

Em relação à transmissão da energia produzida localmente, como a Voltalia tem conseguido escoá-la? Qual o principal cliente da empresa?
Como apostamos em construção de parques de grandes portes (cluster), tivemos que construir uma linha de transmissão de grande capacidade capaz de escoar uma grande parte dos nossos parques. Quem compra a energia gerada por nossos parques são a maioria das distribuidoras do Brasil, de Norte a Sul, assim como preveem os leiloes de energia nova.

Qual o potencial do RN em relação aos demais estados brasileiros nos quais existem parques eólicos instalados? Esse potencial é pouco explorado? Por quais motivos, do ponto de vista da Voltalia?
Em termos de regime de vento e radiação solar, o Rio Grande do Norte é um dos estados com mais capacidade instalada hoje e potencial para o futuro. Porém, o estado pode perder muito rapidamente a sua atratividade devido às restrições de margem de escoamento, ou seja, a falta de investimento em linhas de transmissão que impede muitos projetos do Rio Grande do Norte participar de leilões. Os Estados do Rio Grande do Norte e Bahia são os mais afetados com essas restrições devidas, principalmente, ao atraso na construção de novas linhas.

Quais são os reflexos disso?
É uma pena, pois isto pode ajudar o estado a beneficiar-se de novos investimentos, sabendo quanto são importantes, na medida em que os projetos eólicos são acompanhados de projetos sociais que beneficiam as comunidades. A nossa contribuição neste aspecto foi muito grande ao longo dos últimos anos com o nosso envolvimento em numerosos projetos sociais, também com o apoio do BNDES.  Nossos empreendimentos não contribuem apenas com a geração de energia limpa, de empregos e melhora da economia, também implantamos projetos sociais que visam proporcionar melhores condições de vida aos habitantes da região.

Existem novos parques no portfólio da Voltalia para o RN? Onde serão instalados e quanto custarão?
Há bastante, mas o sucesso dos nossos empreendimentos depende diretamente da política nacional sobre as energias renováveis, assim como no reforço do sistema de transmissão no estado do Rio Grande do Norte, como falado anteriormente. Há praticamente dois anos não acontecem leilões de energias renováveis e o leilão de dezembro se torna ainda mais importante para quem continua apostando e investindo em projetos de energia limpa.

Faltam políticas públicas estaduais voltadas ao fomento do setor de energias renováveis? Como o tema é tratado entre empresários do setor e representantes do Estado?
A modernização do setor elétrico brasileiro precisa ser realizada de forma cautelosa pelo governo. A Voltalia procura sempre contribuir com a regulamentação para proporcionar segurança ao setor. Ao nosso ver, o papel da indústria de energia elétrica brasileira é contribuir com o desenvolvimento econômico da região do ponto de vista energético, mas também social e ambiental. O governo do Estado sempre ficou atento e proativo sobre a evolução do desenvolvimento do nosso setor no Rio Grande do Norte, e continuamos contando com o seu apoio.

Quem
Robert Klein é graduado em Matemática pela Aix-Marseille University, e em Engenharia pela Centrale Marseille. Possui MBA em Administração pela IAE FRANCE – Écoles Universitaires de Management. Iniciou sua carreira na exploração marítima de petróleo no Brasil, e participou da configuração e do desenvolvimento de companhias francesas, em particular nos Estados Unidos, Oriente Médio e Ásia, ligadas, predominantemente, ao setor de energia.

Fonte: Tribuna do Norte | Ricardo Araújo

Parque eólico Vila Acre inicia operação em Serra do Mel

A Voltalia anuncia o comissionamento antecipado dos 13 aerogeradores que compõem o parque eólico Vila Acre localizado no município de Serra do Mel (RN), cuja capacidade total instalada é de 27,3 MW. Depois de vencer o leilão (LER) de  novembro de 2015, a Voltalia iniciou a construção de Vila Acre no quarto trimestre de 2016, planejando concluí-lo no terceiro trimestre de 2017.

O contrato de venda de energia oriundo do leilão  se iniciaria em novembro de 2018, mas a entrada em operação do parque este mês permitirá o recebimento de receitas da venda de energia com mais de um ano de antecipação.

O parque de Vila Acre está situado no cluster de Serra Branca, que possui um potencial total de 1,2 GW e já inclui os seguintes complexos em operação: Areia Branca (90 MW), Vamcruz (93 MW) e Vila Pará (99 MW). A antecipação da entrada em operação do parque   demonstra novamente a relevância da abordagem industrial da Voltalia: o parque de Vila Acre se beneficia não só da linha de transmissão de 52 quilômetros construída em 2014, como também das outras instalações de conexão realizadas pela Voltalia dentro do cluster.

A Voltalia é uma companhia internacional produtora de energia elétrica a partir de fontes renováveis (eólica, solar, hidroelétrica e biomassa).e que presta serviços a clientes terceirizados. A empresa está presente em 15 países espalhados pelos 4 continentes e é cotada na bolsa de valores Euronext Paris desde julho de 2014 (VLTSA).

Fonte: Novo Jornal

Eólicas são liberadas para operação comercial no Rio Grande do Norte

Usinas Carnaúbas e Santo Cristo também foram autorizadas no estado

A usina eólica Reduto recebeu autorização para operação comercial das unidades geradoras UG1 a UG9, de 3 MW, totalizando 27 MW de capacidade instalada, a partir de 17 de junho de 2017, segundo despacho publicado pela Agência Nacional de Energia Elétrica na última segunda-feira, dia 19.

A usina fica localizada no município de São Miguel do Gostoso, no Rio Grande do Norte. No mesmo município, a usina eólica Carnaúbas também obteve autorização para operar comercialmente as unidades geradoras UG1 a UG9, de 3 MW, totalizando 27 MW de capacidade instalada. Outra usina a receber autorização comercial foi a Eólica Santo Cristo, que vai operar as unidades geradoras UG1 a UG9, de 3 MW, totalizando 27 MW de capacidade. O empreendimento está localizado no município de Touros, também no Rio Grande do Norte.

Fonte: SEERN Press

Complexo Eólico Santo Agostinho vai gerar mais de mil empregos diretos no Rio Grande do Norte

Na manhã da terça-feira passada (14), na Prefeitura de Pedro Avelino, o secretário de Agricultura, Matheus Rodrigues; do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Joaldo Bezerra, e a chefe de gabinete Meireane Alves receberam o diretor institucional do Instituto Heráclito Projetos e Consultoria, Rogis Juarez Bernardy; Roque Sanchez, PHD em Geografia e diretor geral do Geo. Informação e Gestão Territorial.

Foram discutidas a implementação do Plano Diretor do Município de Pedro Avelino e constituição de núcleo gestor representativo da Engie, representada por suas executivas Gisele Mendes e Carolina Morais, com o objetivo de envolver o Poder Executivo e participação social; no intuito de captar recursos para implementar planos ambientais.

O Complexo Eólico Santo Agostinho será financiado pela Engie Brasil junto ao BNDES. Serão feitos investimentos na implantação do Plano Diretor, recursos serão disponibilizados para aquisição de equipamentos e melhoramento da Casa de Cultura Popular e investimentos em fundos de desenvolvimento municipal, como o da Criança e Adolescente, além da perfuração de poços profundos, que também poderão beneficiar as comunidade rurais.

A expectativa da Engie Brasil é a contratação de aproximadamente 1.200 empregos diretos, o que será um grande avanço na economia local. Além da garantia de empregos, será firmada uma parceria com o SENAI e o IFRN para qualificar nativos. Um dos grandes objetivos é priorizar a mão-de-obra local.

Os secretários reiteraram o que disse a prefeita Neide Suely, no primeiro encontro, que “toda estrutura da Prefeitura está à disposição, para ajudar no que for possível”.

Fonte: Agora RN

Mais de 100MW em eólicas devem entrar em operação comercial no RN até dezembro

Um levantamento realizado pelo Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE) revela que atualmente o Rio Grande do Norte tem cinco parques eólicos  que se encontram em fase de testes.  Com o funcionamento efetivo desses empreendimentos, mais de 100 MW  (106,8 MW) devem instalados no Estado até dezembro deste ano.

Desse total, cerca de 90 MW são provenientes dos parques eólicos Santana I, Santana II e Calango 6, cada um com 30 MW em potência instalada, do grupo espanhol Iberdrola e todos instalados no município de Bodó. Já 16,8 MW são oriundos do parque Santa Mônica, instalado no município de Touros.

O RN continua absoluto como líder nacional em quantidade de parques eólicos instalados e produção da energia proveniente da força dos ventos, detendo 3,1 GW em potência instalada.

Fonte: CERNE Press

Aneel libera eólica no Rio Grande do Norte para operação em teste

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) liberou o início da operação em teste na EOL Vila Pará III, localizada no município de Serra do Mel, no Rio Grande do Norte. O benefício foi para UG2, UG3, UG4 e UG8, de 3 MW cada, totalizando 12 MW de capacidade instalada.

Outra que também recebeu a liberação foi a EOL Testa Branca III, no município de Ilha Grande, no Piauí. As unidades 3 e 4 tem cada uma 2,2 MW, somando 4,4 MW.

Fonte: Canal Energia

 

Parques eólicos entram em operação comercial no Rio Grande do Norte

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) liberou para operação comercial no dia 01 de setembro de nove aerogeradores do parque eólico Vila Pará I, instalado no município de Serra do Mel e de propriedade da Voltalia.

Nesta terça-feira (02/09),  a Aneel também liberou quatro aerogeradores de 2,1 MW do parque eólico São Domingos, somando 8,4 MW às três turbinas eólicas que já em operação na usina, instalado no município de São Miguel do Gostoso, Região do Mato Grande. O empreendimento é de propriedade da CPFL Renováveis.

Agora, o Rio Grande do Norte encontra-se a cerca de 11 MW de quebrar a barreira dos 3 GW de potência instalada.

Fonte: SEERN Press

Aneel libera 25MW em eólicas no RN

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) liberou nesta quinta-feira (23), a entrada em operação comercial de 12 aerogeradores do parque eólico Campo dos Ventos I, somando uma potência instalada de 25,2 MW. O empreendimento, de propriedade da CPFL Renováveis,  está instalado no município de João Câmara, no Rio grande do Norte.

Fonte: SEERN

Eólicas na Bahia já começam operar em teste

A Agência Nacional de Energia Elétrica liberou na última sexta-feira, 8 de janeiro, o começo da operação em teste de unidades geradoras de sete parques eólicos. Na EOL Angical, foram contempladas sete unidades que somam 12,95 MW. Na EOL Corrupião, 15 turbinas já podem operar, agregando 27,75 MW. Na EOL Inhambu, o aval foi para 17 unidades que totalizam 31,45 MW. Já na EOL Tamanduá Mirim foram 16 turbinas com potência de 29,6 MW e na EOL Teiu a Aneel autorizou que nove unidades com total de 16,65 MW operem no modo teste.

No complexo Eólico Assuruá, a Aneel autorizou o começo da operação da operação em teste nas unidades UG1 e as UG5 à UG15, de 2 MW cada, da EOL Assuruá II. Na EOL Assuruá VII, as contempladas foram as turbinas UG 6 e UG9, que somam 4 MW.

Fonte: Da Agência CanalEnergia, Operação e Manutenção