Eólicas investirão R$ 2 bilhões no Rio Grande do Norte até 2021

Tribuna do Norte

Ricardo Araújo | Editor de Economia

O maior produtor de energia eólica no Brasil na atualidade poderá bater mais um recorde até 2021. O Rio Grande do Norte deverá atingir a marca dos 5 gigawatts (GW) de capacidade instalada com a entrada em operação dos 16 parques eólicos em construção e de outros 13 empreendimentos contratados nos mais recentes leilões da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e que deverão ser construídos no período. Cerca de R$ 1,8 bilhão está envolvido na fase inicial de investimentos dos parques eólicos para os próximos três anos, além das linhas de transmissão, de acordo com o Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (Cerne). Hoje, o estado conta com 135 parques eólicos instalados com capacidade de geração posta de 3.678,9 megawatts (MW) – correspondente a 84,76% dessa matriz energética localmente.

Existem, porém, muitos desafios a serem superados para que o estado rompa os números atuais e chegue aos 5 GW num intervalo mais curto de tempo que seu concorrente mais próximo, a Bahia. A falta de linhas de transmissão para escoamento da energia produzida e de um porto que consiga dar vazão à logística envolvida na instalação dos parques eólicos no estado são pontos cruciais apontados pelo presidente do Cerne, Jean Paul Prates. Além disso, a Bahia está conseguindo expandir o número de empreendimentos em construção numa velocidade superior à potiguar e poderá ultrapassar a marca prevista pelo RN antes de 2021. Hoje, a Bahia é o segundo maior produtor de energia eólica do país, com 100 parques instalados e capacidade de geração de 2.594,5 MW e outros 2.425,75 MW de potência em construção.
“Há uma competição, um exercício de comparação saudável entre os estados brasileiros nesse quesito. O que interessa, porém, é que o setor cresça como um todo. Existem desafios comuns aos estados doRN, PB e CE, por exemplo, que são as linhas de transmissão. O momento atual é de consolidação do setor da energia eólica brasileira. O RN é pioneiro . Por termos sido líderes desde os primeiros leilões, lá em 2008, as dificuldades são sempre vistas aqui inicialmente”, aponta Jean Paul Prates.
Com os 135 parques eólicos em operação comercial, o RN encerrou o ano de 2017 com 1.455,3 MW médio de energia entregues ao Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). O número representa crescimento de 20,7% em relação ao ano de 2016. Especialistas do Cerne afirmam que “apenas um terço do potencial eólico foi explorado até o momento no estado, que até 2003 encontrava-se na estaca zero no tocante à produção energética.” Com um potencial estimado em 10 GW, o incremento na produção eólica local depende da operacionalização dos empreendimentos em construção e, acima disso, do aprimoramento dos mecanismos técnicos, gerenciais e comerciais no setor.
“Temos um potencial ainda maior.  Aprimorar negócios, o ambiente operacional e atrair mais empresas precisam estar entre as metas dos empresários  e do governo estadual para que consigamos ampliar a produção. O RN é um dos ambientes mais atrativos do mundo para a energia eólica, mas precisamos vencer os desafios das linhas e transmissão e do porto”, ressalta Jean Paul Prates. Ele informa, ainda, que o único estado com potencial de ultrapassar o RN é a BA em decorrência da vastidão de terras disponíveis. A Bahia é maior que o RN.
Desde 2010, o RN é autossuficiente na geração de energia eólica. Hoje, a produção corresponde ao dobro do que é consumido internamente (média de 800 megawatts). “Era um estado que saiu do zero, praticamente, e em poucos anos atingiu a condição de exportador regional de energia e referência no setor de energia renovável tendo já passado um bom período como referência no setor de petróleo e gás, também”, relembra o presidente do Cerne.
VENTOS NORDESTINOS: Estados do RN, BA e CE são líderes na produção eólica
Rio Grande do Norte
135 parques eólicos instalados;
3.678,9 MW de capacidade instalada (3.592,6 MW em operação comercial e 86,3 MW em operação teste);
846,63 MW em parques em construção (381,7 MW estão em construção e 467,93 MW estão contratados);
Bahia
100 parques eólicos instalados;
2.594,5 MW de capacidade instalada (2.233,9 MW em operação comercial e 360,6 MW em operação teste);
2.425,75 MW em parques em construção (1.750,85 MW estão em construção e 674,90 MW estão contratados);
Ceará
74 parques eólicos instalados;
1.935,8 MW de capacidade instalada (1.738,4 MW em operação comercial; 98,7 MW em operação teste e 98,7 MW aptos);
229,3 MW em parques em construção (114,1 MW estão em construção e 115,2 MW estão contratados).

Um Nordeste movido pela força dos ventos

A cada dez parques eólicos erguidos no Brasil, oito estão no Nordeste. Os dados são do Cerne. Numa relação antagônica, a região mais pobre do País oferta os ventos mais ricos para a produção de energia a partir dessa força motriz. “Eles são fortes, constantes e unidirecionais, o que potencializa o trabalho dos aerogeradores. Desta forma, as máquinas não precisam mudar de posição o tempo todo para buscar o vento mais adequado do momento. Em alguns meses do ano, onde os ventos sopram com mais intensidade, a geração de energia pela força dos ventos garante 60% do abastecimento de todo o Nordeste”, acrescenta o Cerne.

No dia 23 de junho passado, a geração eólica bateu novo recorde no Nordeste atingindo 6.475 megawatts médios ou 70% da carga de energia elétrica deste subsistema, informou o Operador Nacional do Sistema Elétrico.  O último recorde de geração média diária tinha ocorrido no dia 14 de setembro de 2017, quando foram produzidos 6.413 MW médios.

Junior Santos

O pico da geração eólica, ou geração instantânea, foi registrado às 10h09 do próprio dia 23 de junho, quando foram produzidos 7.311 MW. O montante equivale a 80% de toda a carga do Nordeste. O recorde de geração instantânea anterior havia acontecido no dia 25 de setembro de 2017, quando foram gerados 7.085 MW.
A geração eólica já corresponde a mais de 10% da geração de energia elétrica no Brasil – no dia 24 de junho passado, registrou 12,29% do total de carga enviada ao Sistema Interligado Nacional (SIN) – e tem melhor performance no período de seca, quando as hidrelétricas estão gerando menos, do que no período chuvoso (novembro a abril).
Os reservatórios das hidrelétricas no Nordeste estão operando com 38,1% de armazenamento de água, o mais baixo entre as regiões do País, porém bem melhor do que no mesmo dia do ano passado, quando registrou armazenagem de 18,09%.
Já o subsistema Sudeste/Centro-Oeste registrava armazenamento de 40,7% em 24/6 deste ano contra 42,63% na mesma comparação; o Sul está com 49% dos reservatórios cheios, contra 64,48% há um ano; e o Norte tem 70,7% dos reservatórios de hidrelétricas cheios, ante 95,85% no mesmo dia de 2017.
Linhas de transmissão
O grupo indiano Sterlite saiu vitorioso da disputa pelo lote 3 do leilão de transmissão que aconteceu no fim do mês passado, em São Paulo. O grupo conquistou o maior projeto ofertado no certame ao propor-se a receber uma Receita Anual Permitida (RAP) de R$ 85,050 milhões, para construir e operar o empreendimento. O montante corresponde a um deságio de 58,54% em relação à RAP máxima estabelecida para o empreendimento, de R$ 205.139.050,00.
A empresa superou outras 10 ofertas, incluindo de grupos como o Consórcio Columbia, formado por ISA Cteep e Taesa, Energisa, EDP Enegias do Brasil, Alupar, Neoenergia, Engie, Equatorial e um consórcio liderado pela espanhola Cymi, além do consorcio LARA/JAAC, com a empresa que obteve uma decisão liminar suspendendo o leilão pela manhã.
Esse grupo ofereceu o segundo maior deságio, de 56,12%, e recebeu uma vaia dos representantes dos demais proponentes quando o leiloeiro leu seu nome.
O lote 3 é composto por cinco linhas de transmissão e quatro subestações, localizadas entre o Ceará e o Rio Grande do Norte, somando 541 quilômetros de extensão. O empreendimento exigirá investimentos de R$ 1,217 bilhão e deve gerar 2.434 empregos diretos, segundo estimativas da Aneel.
A agência explica que o projeto deve propiciar o atendimento às regiões de Mossoró, Aracati e Fortaleza e escoamento do potencial eólico e solar para a região de Aracati e Mossoró. O empreendedor terá 60 meses para concluir as obras.

“O RN tem sido nosso principal foco”

Com o crescimento dos investimentos nas energias renováveis, o Rio Grande do Norte já é considerado um dos principais estados do Brasil no tocante à geração de energia eólica. Sobre esse e outros assuntos, a equipe de reportagem da TRIBUNA DO NORTE conversou com o diretor-geral da Voltalia no Brasil, Robert Klein. Confira o bate-papo a seguir.

Qual a importância do complexo eólico Ventos da Serra do Mel para a Voltalia? 
O Ventos da Serra do Mel é o nosso maior projeto eólico no Brasil e mais um importante investimento da Voltalia no RN. Estamos planejando comissionamento progressivo das turbinas ao longo de 2020, até três anos antes do início dos contratos de venda de energia de 20 anos e essa antecipação nos permitirá começar a vender energia no mercado livre a preços atrativos por meio de contratos de curto prazo antes do início dos contratos de venda de longo prazo. O Brasil possui claramente um forte recurso eólico, alguns dos melhores ventos do mundo e por isso é um mercado potencialmente muito forte. Somado a isso, políticas adequadas para promover as energias limpas, fazem com o que o país se encaixe perfeitamente com as prioridades e capacidades da Voltalia, onde temos atividades em toda a cadeia de valor, do desenvolvimento à operação.
E em relação ao RN?
O Rio Grande do Norte tem sido o nosso principal foco, mas também estamos investindo em outros estados. O Rio Grande do Norte é uma região conhecida por suas excepcionais condições de vento, um dos principais estados que concentra a indústria eólica no país.
A Voltalia acredita que todas as linhas estarão em operação até a conclusão da instalação do parque? A transmissão é hoje o principal gargalo para as geradoras de energia?
É importante dizer que o escoamento de energia do novo parque Ventos da Serra do Mel não depende de obras de reforço do sistema de transmissão. Em paralelo, ainda que as linhas de transmissão sejam o principal gargalo para expansão de parques eólicos no Rio Grande do Norte, estamos bastante confiantes no futuro graças ao sucesso dos últimos leilões. Estamos certos que estes leilões vão fazer com que o estado possa voltar a ter uma grande capacidade de escoamento viabilizando, assim, milhares de novos MW de eólica.

Voltalia tem 560 MW para leilões de dezembro

Companhia participa com eólicas e solares e pode diversificar localização, com restrições no Rio Grande do Norte

A Voltalia cadastrou 560 MW de capacidade para os leilões A-4 e A-6 que serão realizados em dezembro. A companhia espera grande competitividade nas concorrências, e uma demanda maior para o A-6, que contratará energia a partir de 2023. “Acreditamos que temos projetos competitivos para ganhar os PPAs”, comenta o diretor geral da companhia no Brasil, Robert Klein. Ele cita desenvolvimento de potencial solar em parques já operacionais da companhia, por exemplo, que podem ter custos com a conexão reduzidos. A empresa tem cerca de 2 GW em desenvolvimento no país, em estados como Piauí, Bahia e Amapá, além do Rio Grande do Norte, onde concentra toda sua capacidade eólica em operação, que soma 430 MW.

A companhia, inclusive, inaugurou o seu maior complexo eólico, São Miguel do Gostoso, em município de mesmo nome no Rio Grande do Norte, com 108 MW, nesta quinta-feira (19/10). Em 2017, a Voltalia concluiu a construção de todos os projetos que negociou em leilões nos últimos anos, em um ciclo de investimentos que soma R$ 2,5 bilhões para entregar 430 MW de capacidade eólica. Todos os projetos estão instalados em território potiguar – alguns em parceria com outras empresas, como a Copel, que tem uma participação de 49% no complexo inaugurado hoje.

A companhia se prepara agora para um novo ciclo de investimentos a partir dos leilões de dezembro.

A expansão poderá ser com a fonte solar, com a qual a empresa vem ganhando esperiência. No ano passado, a Voltalia adquiriu a Martifer Solar, empresa portuguesa que tem experiência no desenvolvimento e construção de usinas fotovoltaicas. Além disso, desenvolve no sistema isolado de Oiapoque uma usina de 4 MW, junto com uma PCH de 7,5 MW, que substituirão térmica a diesel para atender a região.

Transmissão no RN

“O Rio Grande do Norte tem uma oportunidade única de aproveitar esse momento (de incentivo as fontes renováveis após o Acordo de Paris). Recebeu um grande volume de investimentos na fonte eólica, mas isso pode mudar rápido, outros estados estão chegando. A capacidade restrita pode limitar e atrasar a instalacao nesse estado. Não podemos parar”, disse o executivo. A companhia adotou a estratégia de desenvolvimento em cluster, construindo complexos próximos uns dos outros, de forma que os investimentos em conexão dos parques pudesse ser mais eficiente. Por este motivo, concentrou sua atuação no Rio Grande Norte.

O complexo inaugurado nesta quinta-feira conta com 36 aerogeradores, de 3 MW cada, todos fornecidos pela Acciona, principal fornecedora dos parques da Voltalia- a Companhia também adquiriu turbinas da Gamesa, para o parque Vila Acre I, de 27,3 MW. São Miguel do Gostoso estava apto a operar desde junho de 2015, mas aguardava a conclusão da subestação de Touros, de responsabilidade da Chesf, o que só ocorreu neste ano.

Como foi contratado no A-3 de 2011, o complexo chegou a ser remunerado, pois o risco da transmissão ainda não era do empreendedor.
O projeto é capaz de abastecer aproximadamente 270 mil famílias, além de reduzir a emissão de CO2 em até 205.042 toneladas por ano.

Enquanto a reportagem da Brasil Energia vistava o complexo, as máquinas operavam com 82% de fator de capacidade, mesmo com duas delas paradas para manutenção.

Fonte: Lívia Neves | Brasil Energia

Voltalia antecipa comissionamento em parque eólico no município de Serra do Mel

Com 27,3 MW de capacidade total instalada, Vila Acre recebe liberação para operar comercialmente

A Voltalia anunciou o comissionamento antecipado dos 13 aerogeradores que compõem o parque eólico Vila Acre localizado no município de Serra do Mel (RN), cuja capacidade total instalada é de 27,3 MW.

Depois de vencer o leilão de energia de reserva de 2015, a Voltalia iniciou a construção de Vila Acre no quarto trimestre de 2016, planejando concluí-lo no terceiro trimestre de 2017. O contrato de venda de energia oriundo do leilão começa a vigorar em novembro de 2018, e a  entrada em operação do parque este mês permitirá o recebimento de receitas da venda de energia com mais de um ano de antecipação.

O parque de Vila Acre está situado no cluster de Serra Branca, que possui um potencial total de 1,2 GW e já inclui os seguintes complexos em operação: Areia Branca (90 MW), Vamcruz (93 MW) e Vila Pará (99 MW).

Fonte: Marco Sardenberg | Brasil Energia

Parque eólico Vila Acre inicia operação em Serra do Mel

A Voltalia anuncia o comissionamento antecipado dos 13 aerogeradores que compõem o parque eólico Vila Acre localizado no município de Serra do Mel (RN), cuja capacidade total instalada é de 27,3 MW. Depois de vencer o leilão (LER) de  novembro de 2015, a Voltalia iniciou a construção de Vila Acre no quarto trimestre de 2016, planejando concluí-lo no terceiro trimestre de 2017.

O contrato de venda de energia oriundo do leilão  se iniciaria em novembro de 2018, mas a entrada em operação do parque este mês permitirá o recebimento de receitas da venda de energia com mais de um ano de antecipação.

O parque de Vila Acre está situado no cluster de Serra Branca, que possui um potencial total de 1,2 GW e já inclui os seguintes complexos em operação: Areia Branca (90 MW), Vamcruz (93 MW) e Vila Pará (99 MW). A antecipação da entrada em operação do parque   demonstra novamente a relevância da abordagem industrial da Voltalia: o parque de Vila Acre se beneficia não só da linha de transmissão de 52 quilômetros construída em 2014, como também das outras instalações de conexão realizadas pela Voltalia dentro do cluster.

A Voltalia é uma companhia internacional produtora de energia elétrica a partir de fontes renováveis (eólica, solar, hidroelétrica e biomassa).e que presta serviços a clientes terceirizados. A empresa está presente em 15 países espalhados pelos 4 continentes e é cotada na bolsa de valores Euronext Paris desde julho de 2014 (VLTSA).

Fonte: Novo Jornal

SEERN participa de inauguração do Complexo Eólico Vamcruz

A empresa francesa Voltalia inaugurou oficialmente nesta quarta-feira (29), o Complexo Eólico Vamcruz, no Rio Grande do Norte. Instalado no município de Serra do Mel – distante 320 km de Natal – o empreendimento foi construído em parceria com a Chesf e a Encalso Damha, com investimento de R$ 500 milhões. Especializada em produzir energia a partir de fontes renováveis, a Voltalia é associada ao Sindicato das Empresas do Setor Energético do RN (SEERN).

Diretor-geral da Voltalia Brasil, Robert Klein. (Foto: SEERN)
Diretor-geral da Voltalia Brasil, Robert Klein. (Foto: SEERN)

Com potencial para produzir 450 GWh por ano, a energia gerada pelo complexo é suficiente para atender 200 mil famílias. O Vamcruz é integrado por quatro parques  – Caiçara I, Caiçara II, Junco I e Junco II –  com capacidade instalada total de 93 MW. Os 31 aerogeradores que compõe o complexo são da empresa espanhola Acciona Windpower e a potencia unitária é de 3MW cada.

Foto: SEERN
Foto: SEERN

O empreendimento foi viabilizado em um leilão realizado em 2011, em que o consórcio comandado pelas três empresas saiu vencedor. No auge da construção, foram gerados 485 empregos e atualmente trabalham 30 pessoas na operação. O complexo começou a funcionar com 100% da sua capacidade em novembro de 2015 e estima-se que reduza a emissão de CO2 em aproximadamente 160.535 toneladas por ano.

A cerimônia de inauguração oficial contou com as presenças do diretor-geral da Voltalia Brasil, Robert Klein, do presidente da Chesf, José Carlos de Miranda Faria, do diretor-executivo do Grupo Encalso, Márcio Damha, do Diretor da Cortez Engenharia, Ricardo Cortez, do Diretor da Acciona Windpower Brasil, Pablo Pulpeiro, do Presidente SEERN, Jean-Paul Prates, o Coordenador Executivo do Sindicato, Wagner Porpino, além de autoridades locais.

Ao centro, o Presidente do Sindicato das Empresas do Setor Energético do RN, Jean-Paul Prates. (Foto: SEERN)
Ao centro, o Presidente do Sindicato das Empresas do Setor Energético do RN, Jean-Paul Prates. (Foto: SEERN)

Fonte: SEERN Press

Voltalia vai desenvolver parque eólico de 1,2 GW de capacidade no RN

A empresa francesa Voltalia, especializada em energias renováveis, anunciou nesta terça-feira (5) em comunicado que vai desenvolver uma série de parques eólicos no Brasil, dois meses depois de ganhar licitação pública. A companhia prevê “o desenvolvimento de um dos mais importantes clusters eólicos do Brasil, com uma capacidade potencial de 1,2 gigawatts a longo prazo”, equivalente a um reator nuclear.

Segundo a Voltalia, 183 megawatts (MW) dessa capacidade já estão em funcionamento, 99 MW estão em construção e 27 MW serão construídos. O projeto, chamado Serra Branca, está situado no Rio Grande do Norte. O parque vai incluir as usinas em operação Areia Branca (90 MW) e Vamcruz (93MW), que entrou em funcionamento em 22 de dezembro de 2015 com 31 turbinas de vento.

“Para conectar esse cluster à rede, a Voltalia construiu a partir de 2014 sua própria linha de distribuição (de eletricidade) de 52 quilômetros”, explicou a empresa em comunicado, segundo a agência.

Em novembro, a empresa francesa ganhou a licitação nacional para realizar o projeto da usina Vila Acre. Atualmente, a capacidade total da Voltalia instalada no Brasil é de 303 MW.

Fonte: O Globo

Liberação para operação comercial prossegue nos parques da Voltalia

Fonte: CERNE Press

A Agência Nacional e Energia Elétrica (ANEEL), liberou para entrada em operação comercial nesta quinta-feira (10/12), os seguintes aerogeradores de três parques eólicos listados abaixo:

Parque eólico Caiçara I – UG1 de 3MW

Parque eólico Junco I – UG1, UG2 e UG7 = 9MW

Parque eólico Junco II – UG2 e UG6 = 6MW

Há dois dias, a ANEEL já tinha liberado 45 MW de potência eólica instalada nos seguintes parques: Caiçara I, Caiçara II, Junco I e Junco II. Todos formam o Complexo Eólico Vamcruz. Os empreendimentos são de propriedade da empresa francesa Voltalia e estão instalados no município de Serra do Mel.

Mais 45 MW entram em operação comercial no RN

Fonte: CERNE Press

Nesta quarta-feira (09) entrou em operação comercial no estado do Rio Grande do Norte as respectivas quantidades de aerogeradores de quatro parques eólicos listados abaixo:

Parque Eólico Caiçara I:  3 aerogeradores, somando 9MW

Parque Eólico Caiçara II: 5 aerogeradores, somando 15MW

Parque Eólico Junco I: 3 aerogeradores, somando 9MW

Parque Eólico Junco II: 4 aerogeradores, somando 12MW

Ao total, são 45 MW de potência eólica instalada que agora somam-se aos outros 24MW que entraram em operação no último dia 05 de dezembro. O resultado alcança um total de 69 MW, dos 93 MW que formam o complexo Eólico Vamcruz.

O empreendimento é composto pelos parques Caiçara I, Caiçara II, Junco I e Junco II. Os parques estão situados no município de Serra do Mel e são de propriedade da francesa Voltalia.

Potência eólica instalada aumenta 24MW no RN

Fonte: CERNE Press com informações do Canal Energia
A Voltalia, em parceria com a Chesf e o grupo Encalso, colocou em funcionamento os primeiros aerogeradores no Complexo Eólico Vamcruz, no município de Serra do Mel (RN). Eles estão ligados ao sistema interligado nacional por meio de uma linha de transmissão de 62 km que se conecta na Subestação de Mossoró II. A entrada em operação comercial se deu na  sexta feira (05/12). Ao todo,  24 MW de potência eólica foram instalados.
Confira a configuração dessa nova entrada em operação:
  • Parque Eólico Caiçara I :  4 aerogeradores, somando  12 MW
  • Parque Eólico Junco I: 2 aerogeradores, somando 6 MW
  • Parque Eólico Junco II: 2 aerogeradores, somando 6 MW
A Voltalia já possui um complexo em Areia Branca (RN), com 90 MW de capacidade instalada, em operação comercial desde novembro de 2014; e outro complexo em São Miguel do Gostoso (RN), em parceria com a Copel, com capacidade instalada de 108 MW.